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100 Citações De Jean-Jacques Rousseau Audiolivro

Recolha As 100 Citações De

de Jean-Jacques Rousseau; Narrado por: Fábio Godinho
idioma: português do brasil
Editor: Astorg Português, Janeiro de 2020 ‧
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Jean-Jacques Rousseau deu início ao género moderno de autobiografia, influenciou largamente o desenvolvimento do Iluminismo através da sua filosofia política, e ajudou a desenvolver o pensamento educacional moderno, embora o seu livro sobre a questão indignasse tanto o parlamento francês que foi emitida uma ordem de prisão contra ele. Seleccionámos para si 100 das suas citações mais interessantes. Elas provêm de obras essenciais como o seu Discurso sobre a Desigualdade ou o Contrato Social, que moldou o pensamento político e social moderno; Julie ou a Nova Heloise, que ajudou ao desenvolvimento do romantismo na ficção; ou as Confissões, uma das obras autobiográficas mais ousadas e honestas alguma vez escritas.

100 Citações De Jean-Jacques Rousseau

Recolha As 100 Citações De

de Jean-Jacques Rousseau; Narrado por: Fábio Godinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9782821159907
Editor: Astorg Português
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 27 minutos
Tamanho Ficheiro 15.40 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9782821159907

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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