100 Citações De Baruch Spinoza Audiolivro

Recolha As 100 Citações De

de Baruch de Espinosa; Narrado por: Fábio Godinho
idioma: português do brasil
Editor: Astorg Português, Janeiro de 2020 ‧
3,90€
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Baruch Spinoza foi chamado o Príncipe dos Filósofos; Hegel disse dele que a alternativa era: ou Spinoza, ou não tinha qualquer filosofia. Ao lançar as bases do Iluminismo do século XVIII e da crítica bíblica moderna, incluindo as concepções modernas do eu e do universo, passou a ser considerado um dos grandes racionalistas da filosofia do século XVII: teve a coragem de criticar o tradicionalismo da religião, de oferecer uma concepção de Deus que seria lógica em vez de rigidamente definida por um dogma superficial. Este audiolivro é uma colecção de cem citações escolhidas entre as mais representativas das suas grandes obras, para que o ouvinte se possa familiarizar facilmente com o pensamento de um dos maiores pensadores europeus.

100 Citações De Baruch Spinoza

Recolha As 100 Citações De

de Baruch de Espinosa; Narrado por: Fábio Godinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9782821159532
Editor: Astorg Português
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 27 minutos
Tamanho Ficheiro 15.06 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9782821159532

SOBRE O AUTOR

Baruch de Espinosa

Baruch de Espinosa nasceu em Amesterdão a 24 de novembro de 1632, tendo sido um dos principais filósofos do século XVII, a par de Descartes e Leibniz. Nasceu no seio de uma família judaico-portuguesa, oriunda da vila alentejana da Vidigueira e fugida às perseguições da Inquisição. Recebeu dos pais o nome de Benedito de Espinosa, mas assinou Baruch em várias das suas obras, devido à sua condição de judeu nascido em Amesterdão. Acabou por adotar o nome Benedictus, ou seja, a correspondente palavra latina, depois da excomunhão hebraica ditada pela sinagoga portuguesa de Amesterdão em 1656. Espinosa foi um profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de filósofos judeus, como Maimónides. Estudou Sócrates, Platão e Aristóteles, De Rerum Natura de Lucrécio, os epicuristas e o pensamento heterodoxo de Giordano Bruno.
Hermeneuta da Bíblia, Espinosa considerava-a uma obra metafórica e alegórica que não exprimia a verdade sobre Deus. Opôs-se a todo o género de superstições, tendo-se notabilizado pela sua frase «Deus sive natura» («Deus, ou seja, a natureza»). Não admira pois que, da expulsão decretada em português pela sinagoga de Amesterdão, faça parte a imprecação de que «Deus jamais lhe perdoe os seus pecados» e que «a cólera e a indignação do Senhor o cerquem e para sempre se abatam sobre a sua cabeça». Para subsistir, Espinosa trabalhou no polimento de lentes nas épocas em que viveu em casas de famílias de Outerdek e Rijnsburg. Recebia, contudo, correspondência de personalidades tão destacadas como o filósofo Leibniz, o médico Ludovico Meyer, Henry Oldenburg, da Royal Society, e o cientista holandês Huygens. Luís XIV ofereceu-lhe uma pensão para que Espinosa lhe dedicasse um livro, o que ele recusou. Em 1670, Espinosa trocou Amesterdão por Haia, onde concluiu o seu Tratado Teológico-Político, que recebeu críticas dos poderes políticos e religiosos. Recusou o convite da Universidade de Heidelberg, para poder manter a independência de pensamento. Morreu no domingo de 21 de fevereiro de 1677, vitimado por tuberculose. Tinha 44 anos, e muitos anos depois o escritor Jorge Luis Borges haveria de dizer que era um dos homens com quem mais teria gostado de conversar. Ética teve publicação póstuma devida à dedicação dos seus amigos.

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