Questionário Proust a... Richard Zimler
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17 de janeiro de 2020
Anda há 30 anos a dar-nos bons livros e diz ter os leitores mais fiéis do mundo.
Richard Zimler (1956, Nova Iorque, EUA) escreve sempre na língua materna – inclusive as cartas de amor – e a sua obra encontra-se publicada em mais de 23 idiomas.
Para celebrar esta trintena de anos de vida literária e a publicação de um novo livro – Insubmissos – convidámos o autor a responder a uma seleção de 25 perguntas originais do famoso Questionário Proust.
Leitor, aqui entre nós: é impossível não se gostar de Richard Zimler, verdade?
Richard Zimler (1956, Nova Iorque, EUA) escreve sempre na língua materna – inclusive as cartas de amor – e a sua obra encontra-se publicada em mais de 23 idiomas.
Para celebrar esta trintena de anos de vida literária e a publicação de um novo livro – Insubmissos – convidámos o autor a responder a uma seleção de 25 perguntas originais do famoso Questionário Proust.
Leitor, aqui entre nós: é impossível não se gostar de Richard Zimler, verdade?
QUESTIONÁRIO PROUST
Qual é a sua ideia de felicidade plena?
Preparando bolachas ou um bolo enquanto o Alexandre está a ler ou a ver televisão no sofá.
Qual é o seu maior medo?
Morrer.
Qual é a característica que mais detesta em si?
Fico deprimido facilmente, às vezes sem qualquer causa adequada.
Qual é a característica que mais detesta nos outros?
Egoísmo doentio (narcisismo).
Qual é a sua maior extravagância?
Pagar upgrades para classe executiva em voos longos.
Que pessoa viva mais admira?
Gregg Popovich.
Que pessoa viva mais despreza?
Trump.
O quê, ou quem, é o maior amor da sua vida?
Alexandre.
Onde e quando foi mais feliz?
Quando me apaixonei pelo Alexandre em S. Francisco, em 1978. E agora, pois estou cada vez mais à vontade comigo próprio.
Que talento não tem e gostaria de ter?
Cantar tão bem como Paul McCartney ou John Lennon.
Se pudesse mudar uma coisa em si, o que seria?
Eliminava a depressão da minha vida.
Diga uma palavra – ou frase – que usa com muita frequência.
Nobody panic!
Qual considera ser a sua maior conquista?
Ter conseguido a vida que queria (casado com o Alexandre, ser escritor, viver num sítio de que gosto muito, etc...)
Onde gostaria de morar?
Num planeta sem apoiantes de Trump, Bolsonaro, Orban e de todos os outros líderes abomináveis.
Qual é a sua ocupação favorita?
Escrever e fazer uma sesta (empate).
Quem são os seus escritores favoritos?
William Faulkner, Dostoiévski, Willa Cather, Primo Levi.
Quem é o seu herói de ficção?
Scout, a jovem no romance Mataram a Cotovia.
Com que figura histórica mais se identifica?
Nathaniel Hawthorne.
Qual é o bem mais valioso que tem?
Lealdade.
Qual é a sua asneira favorita?
«Morcão», em português. «Fuck off», em inglês.
Qual é o seu estado de espírito neste momento?
Muito variável – sofro oscilações. A COVID-19 deixa-me sempre um pouco nervoso.
Se não fosse você mesmo, quem gostaria de ser?
Bill Gates, porque podia usar todo aquele dinheiro para criar um mundo mais justo e igualitário.
Qual é o seu lema de vida?
Compaixão, empatia e amor.
Como gostaria de morrer?
Não gostaria. Mas como é inevitável, em paz e sem remorsos.
Se Deus existisse, o que gostaria que ele lhe dissesse?
Vais reencarnar com o Alexandre ao teu lado.
Preparando bolachas ou um bolo enquanto o Alexandre está a ler ou a ver televisão no sofá.
Qual é o seu maior medo?
Morrer.
Qual é a característica que mais detesta em si?
Fico deprimido facilmente, às vezes sem qualquer causa adequada.
Qual é a característica que mais detesta nos outros?
Egoísmo doentio (narcisismo).
Qual é a sua maior extravagância?
Pagar upgrades para classe executiva em voos longos.
Que pessoa viva mais admira?
Gregg Popovich.
Que pessoa viva mais despreza?
Trump.
O quê, ou quem, é o maior amor da sua vida?
Alexandre.
Onde e quando foi mais feliz?
Quando me apaixonei pelo Alexandre em S. Francisco, em 1978. E agora, pois estou cada vez mais à vontade comigo próprio.
Que talento não tem e gostaria de ter?
Cantar tão bem como Paul McCartney ou John Lennon.
Se pudesse mudar uma coisa em si, o que seria?
Eliminava a depressão da minha vida.
Diga uma palavra – ou frase – que usa com muita frequência.
Nobody panic!
Qual considera ser a sua maior conquista?
Ter conseguido a vida que queria (casado com o Alexandre, ser escritor, viver num sítio de que gosto muito, etc...)
Onde gostaria de morar?
Num planeta sem apoiantes de Trump, Bolsonaro, Orban e de todos os outros líderes abomináveis.
Qual é a sua ocupação favorita?
Escrever e fazer uma sesta (empate).
Quem são os seus escritores favoritos?
William Faulkner, Dostoiévski, Willa Cather, Primo Levi.
Quem é o seu herói de ficção?
Scout, a jovem no romance Mataram a Cotovia.
Com que figura histórica mais se identifica?
Nathaniel Hawthorne.
Qual é o bem mais valioso que tem?
Lealdade.
Qual é a sua asneira favorita?
«Morcão», em português. «Fuck off», em inglês.
Qual é o seu estado de espírito neste momento?
Muito variável – sofro oscilações. A COVID-19 deixa-me sempre um pouco nervoso.
Se não fosse você mesmo, quem gostaria de ser?
Bill Gates, porque podia usar todo aquele dinheiro para criar um mundo mais justo e igualitário.
Qual é o seu lema de vida?
Compaixão, empatia e amor.
Como gostaria de morrer?
Não gostaria. Mas como é inevitável, em paz e sem remorsos.
Se Deus existisse, o que gostaria que ele lhe dissesse?
Vais reencarnar com o Alexandre ao teu lado.