«Manu Scripta»: a poesia na ponta dos dedos

Não há grande tradição de ver o que escreve a mão de um poeta de agora. Mas este livro permite-o.
Em pouco
de pouco
se revela
o mundo;
a febre o
nascimento a
floração
do barro.
Com pouco
de pouco
(algumas
palavras
à margem
do silêncio)
escrevo
o poema.
A morte
não existe.

Casimiro de Brito (1938), Manu Scripta

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