«Manu Scripta»: a poesia na ponta dos dedos
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8 de fevereiro de 2018
Em pouco
de pouco
se revela
o mundo;
a febre o
nascimento a
floração
do barro.
Com pouco
de pouco
(algumas
palavras
à margem
do silêncio)
escrevo
o poema.
A morte
não existe.
Casimiro de Brito (1938), Manu Scripta
de pouco
se revela
o mundo;
a febre o
nascimento a
floração
do barro.
Com pouco
de pouco
(algumas
palavras
à margem
do silêncio)
escrevo
o poema.
A morte
não existe.
Casimiro de Brito (1938), Manu Scripta