Entrevista a Lucy Score
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7 de novembro de 2023
Autora bestseller mundial, Lucy Score já conquistou os leitores portugueses de romances modernos, algo picantes, e sempre cómicos, com a série Knockemout.
A autora esteve no domingo passado pela primeira vez em Portugal a promover o seu último livro publicado por cá, Coisas Que Escondemos dos Outros, e nós aproveitámos para a conhecer melhor.
Ficámos a saber que é uma pessoa tão bem-humorada como as suas histórias, que se sentiu como uma peça de um puzzle que encontrou o seu lugar quanto obteve o seu primeiro êxito, e que adora filmes antigos e cobertores felpudos.
Quer saber o que mais a motiva? Leia já a nossa entrevista!
ENTREVISTA
Se não tivesse crescido numa família apaixonada por livros, acabaria por ser uma leitora ávida?
Nem sequer consigo imaginar um mundo em que não fosse obcecada por livros! Eu era uma miúda tímida, por isso imagino que teria gravitado em torno das histórias, fosse como fosse.
A autora esteve no domingo passado pela primeira vez em Portugal a promover o seu último livro publicado por cá, Coisas Que Escondemos dos Outros, e nós aproveitámos para a conhecer melhor.
Ficámos a saber que é uma pessoa tão bem-humorada como as suas histórias, que se sentiu como uma peça de um puzzle que encontrou o seu lugar quanto obteve o seu primeiro êxito, e que adora filmes antigos e cobertores felpudos.
Quer saber o que mais a motiva? Leia já a nossa entrevista!
ENTREVISTA
Se não tivesse crescido numa família apaixonada por livros, acabaria por ser uma leitora ávida?
Nem sequer consigo imaginar um mundo em que não fosse obcecada por livros! Eu era uma miúda tímida, por isso imagino que teria gravitado em torno das histórias, fosse como fosse.
Lucy Score, Foto © Brianna Wilbur
Qual foi o fator-chave para a sua decisão de se tornar escritora de romances?
Passei tanto tempo a ler romances que a minha imaginação começou a inventar as suas próprias histórias e cenários. Por isso, comecei a escrevê-las. Quando li Cinquenta Sombras de Grey, de E.L. James, senti-me inspirada a ver se conseguia escrever uma história inteira do princípio ao fim. Foi ainda mais difícil do que eu pensava!
Passei tanto tempo a ler romances que a minha imaginação começou a inventar as suas próprias histórias e cenários. Por isso, comecei a escrevê-las. Quando li Cinquenta Sombras de Grey, de E.L. James, senti-me inspirada a ver se conseguia escrever uma história inteira do princípio ao fim. Foi ainda mais difícil do que eu pensava!
«Ter o meu livro acolhido pelos leitores foi como se uma peça de um puzzle se encaixasse no seu lugar.»
Depois de ter trabalhado em empregos (de jornalismo e de marketing) em que não se sentia feliz, escrevendo livros em paralelo, como se sentiu quando o seu primeiro livro se tornou um êxito quase instantâneo no Kindle?
Senti-me como se tivesse finalmente encontrado o meu caminho. Depois de nunca me ter encaixado por completo em lado nenhum, ter o meu livro acolhido pelos leitores foi como se uma peça de um puzzle se encaixasse no seu lugar.
Senti-me como se tivesse finalmente encontrado o meu caminho. Depois de nunca me ter encaixado por completo em lado nenhum, ter o meu livro acolhido pelos leitores foi como se uma peça de um puzzle se encaixasse no seu lugar.
«Adoro histórias sobre heroínas subestimadas e sem sorte que estão a um capítulo de encontrar a aventura na vida.»
Nem tudo foi fácil. Teria feito algo diferente no seu caminho para se tornar escritora, sabendo o que sabe agora?
Escrever e publicar é difícil! Mas sabendo o orgulho que sinto de cada vez que termino um romance e como é bom ver os leitores apaixonarem-se pelas personagens como eu me apaixonei, faria tudo de novo, sem dúvida. Tenho o melhor emprego do mundo!
Uma vez que o seu género preferido – o romance contemporâneo – é aquele em que decidiu escrever, que autores, livros ou filmes a inspiraram mais neste género, e porquê?
Tenho muita sorte por ter uma inspiração infinita no romance contemporâneo. Adorei todos os livros da Nora Roberts em que já peguei. E depois, pelo caminho, vieram E L. James, Kennedy Ryan, Jill Shavis, Talia Hibbert... podia continuar. Quanto aos filmes, Romancing the Stone, Easy A, Overboard e Something's Gotta Give são os meus favoritos!
Adoro histórias sobre heroínas subestimadas e sem sorte que estão a um capítulo de encontrar a aventura na vida.
Escrever e publicar é difícil! Mas sabendo o orgulho que sinto de cada vez que termino um romance e como é bom ver os leitores apaixonarem-se pelas personagens como eu me apaixonei, faria tudo de novo, sem dúvida. Tenho o melhor emprego do mundo!
Uma vez que o seu género preferido – o romance contemporâneo – é aquele em que decidiu escrever, que autores, livros ou filmes a inspiraram mais neste género, e porquê?
Tenho muita sorte por ter uma inspiração infinita no romance contemporâneo. Adorei todos os livros da Nora Roberts em que já peguei. E depois, pelo caminho, vieram E L. James, Kennedy Ryan, Jill Shavis, Talia Hibbert... podia continuar. Quanto aos filmes, Romancing the Stone, Easy A, Overboard e Something's Gotta Give são os meus favoritos!
Adoro histórias sobre heroínas subestimadas e sem sorte que estão a um capítulo de encontrar a aventura na vida.
Sendo uma autora reconhecida de comédias românticas, ter uma personalidade bem-disposta como a sua é um fator chave para o sucesso?
Acho que o meu sentido de humor hilariante – felizmente – é um ponto forte quando se trata de escrever romances. E ter uma mentalidade positiva torna ainda mais divertida a interação com os leitores, pessoalmente e nas redes sociais. Também me torna um pouco mais resistente às más críticas.
Como é que consegue que os seus livros, apesar de longos, fluam tão bem e pareçam leves e não demasiado longos?
Obrigada por isso! Eu coloco tudo o que quero em cada história, e é por isso que os meus livros são tão grandes. Mas tento certificar-me de que cada cena importe realmente para o enredo e para as personagens.
Acho que o meu sentido de humor hilariante – felizmente – é um ponto forte quando se trata de escrever romances. E ter uma mentalidade positiva torna ainda mais divertida a interação com os leitores, pessoalmente e nas redes sociais. Também me torna um pouco mais resistente às más críticas.
Como é que consegue que os seus livros, apesar de longos, fluam tão bem e pareçam leves e não demasiado longos?
Obrigada por isso! Eu coloco tudo o que quero em cada história, e é por isso que os meus livros são tão grandes. Mas tento certificar-me de que cada cena importe realmente para o enredo e para as personagens.
«Tento certificar-me de que cada cena importe realmente para o enredo e para as personagens.»
Planeia os seus livros completamente de antemão? Ou a história vai-se alterando à medida que avança? Pode dar um exemplo?
Sim a ambas as coisas! Começo sempre com um esboço e com esboços de personagens, mas quando começo a escrever há sempre cenas que não tinha planeado e que vão aparecendo à medida que a história se desenrola.
Por vezes, a história muda muito. Por exemplo, a série Knockemout ia ser apenas um livro, mas quando o Knox e o seu irmão Nash se envolvem numa luta de punhos na entrada da garagem, apercebi-me de que precisava de mais do que um livro!
Diz que não gosta de cortar nada nos seus livros e que tem dificuldade em ser sucinta. Como é que ultrapassa essa dificuldade? Está a melhorar neste aspeto? O seu editor é essencial para conseguir a versão final?
Se eu entrar em pânico ao tentar encaixar tudo na história, o meu segredo é fazer com que as cenas tenham uma dupla ou tripla função. Por isso, em vez de escrever uma cena picante, uma discussão e uma "revelação" como cenas separadas, combino-as numa só. Isto ajuda a manter o ritmo da história e garante que consigo colocar tudo o que quero na página.
No seu processo de escrita, o que é que pesa mais: o método ou a inspiração?
Sempre o método. A inspiração é fenomenal quando surge, mas não me posso dar ao luxo de esperar para estar inspirada. Por isso, é mais importante para mim ser disciplinada no meu processo de escrita.
Receia a crítica? Quem é a primeira pessoa a quem mostra os seus livros?
Absolutamente! É por isso que evito expor-me a críticas desnecessárias. As primeiras pessoas que veem o meu rascunho são o meu editor e as minhas duas assistentes, Joyce e Tammy. Ninguém, repito, ninguém vê os meus primeiros rascunhos. São tão confusos que acho que ninguém acreditaria que eu sei o que estou a fazer, se pusesse as mãos num deles!
As suas personagens são inspiradas em pessoas reais, que conhece?
O meu maravilhoso advogado teria palpitações cardíacas se eu escrevesse sobre uma pessoa real. Mas a inspiração está em todo o lado. Se conheço alguém com um trabalho fixe, um passatempo interessante ou uma peculiaridade de personalidade engraçada, tomo nota. Alguma das suas personagens é inspirada em si? Qual delas, e de que forma?
Dou a cada uma das minhas personagens pequenos pedaços de mim própria. O Nash e a Lina, de Coisas Que Escondemos dos Outros, têm a minha antiga ansiedade e uma versão mais acentuada das palpitações do meu coração. Também escrevi uma vez sobre uma romancista desajeitada e não tive de fazer qualquer pesquisa!
Gosta de escrever sobre comunidades/locais que conhece. Consideraria a hipótese de escrever um livro num cenário completamente diferente, como uma cidade europeia? E isso mudaria completamente as personagens e o enredo que criaria?
Adoraria! Mas teria de ter tempo suficiente para pesquisar. Gosto que os meus livros se pareçam com a vida real e isso pode implicar muita pesquisa. Dependendo do atraso que tenho em relação aos prazos, por vezes não é possível. Mas os cenários influenciam sempre a história. Cada personagem interage com o seu ambiente de uma forma diferente e isso diz ao leitor mais sobre cada pessoa no livro, por isso só posso imaginar o divertimento que poderia ter ao ambientar um livro numa pequena cidade europeia.
Qual é a sua personagem favorita nos dois primeiros livros da série Knockemout, e porquê?
Knox Morgan, o urso barbudo e rabugento que só quer que o deixem em paz.
Coisas Que Escondemos dos Outros é o seu livro mais recente lançado em Portugal. Pode dizer aos seus leitores portugueses três razões pelas quais devem ler este livro?
Sem dúvida! 1. O herói ferido e bom rapaz apaixona-se pela rapariga má que é a única que vê a sua dor. 2. Lutas de punhos entre irmãos. E 3. A cena do duche.
Tanto nesta história como na anterior, por muito solitárias e independentes que personagens como Nash, Lina, Knox e Naomi pareçam querer ser, acabam por sucumbir ao romance e à importância da família. São essas também as coisas mais importantes da tua vida?
A comunidade e a família são grandes prioridades na minha vida! Quanto mais diferentes tipos de amor tivermos na nossa vida, melhor viveremos.
Embora o humor esteja constantemente presente na história, esta é uma narrativa de resolução de crimes. Também é fã de thrillers? Pode citar algum autor que a tenha inspirado e ajudado a construir uma narrativa de mistério?
Adoro mistérios e thrillers! Cresci a ler Clive Cussler e John Grisham. Mais recentemente, tornei-me fã de Louise Penny e John Sanford!
Muitas das características das suas personagens são apresentadas através dos seus pensamentos, mais do que através de ações ou diálogos. É essa a sua forma de criar uma sensação de intimidade nos seus leitores?
A magia dos livros é que o leitor pode mergulhar numa nova personagem e ver o mundo através das suas vidas. Adoro utilizar o mundo interior da personagem para ajudar o leitor a compreendê-la verdadeiramente.
Que livro lhe deu mais prazer escrever?
Pode ser uma surpresa, mas é Riley Thorn and the Dead Guy Next Door. A cena do ferro-velho vem diretamente de um dos meus primeiros encontros com o Sr. Lucy, quando ele trabalhava para um detetive privado. Foi a primeira ideia de um livro que tive, por isso é muito especial para mim!
E qual foi o mais difícil de escrever, e porquê?
Coisas Que Nunca Superámos foi o mais difícil. Um amigo querido faleceu no dia em que comecei a escrevê-lo. Durante meses, debati-me para saber qual era o verdadeiro tema do livro. Demorei quase seis meses a perceber que estava a contar uma história sobre como lidar com o luto e a coragem que é preciso para amar.
Qual é a sua forma preferida de contactar com os seus leitores? Através das redes sociais ou em encontros de autógrafos?
Adoro falar com os leitores de todas as formas possíveis! A minha newsletter e as redes sociais são os meus favoritos, mas nada supera as sessões de autógrafos quando os posso abraçar pessoalmente!
Qual considera ser o seu maior feito na vida?
Fazer com que o Sr. Lucy se apaixone por mim! Ele é a melhor pessoa que conheço e passar todos os dias com ele são uma aventura.
Quais são as coisas que a fazem mais feliz?
Passar tempo com as pessoas de quem gosto. Tacos. Ótimos livros. Dias de spa. Dirty martínis. Abraços do Sr. Lucy. Lareiras. Filmes antigos. Cobertores felpudos. Jantares de festa. Cães. A minha cama com a sua montanha de almofadas. O meu gato rabugento, Cleo.
Sim a ambas as coisas! Começo sempre com um esboço e com esboços de personagens, mas quando começo a escrever há sempre cenas que não tinha planeado e que vão aparecendo à medida que a história se desenrola.
Por vezes, a história muda muito. Por exemplo, a série Knockemout ia ser apenas um livro, mas quando o Knox e o seu irmão Nash se envolvem numa luta de punhos na entrada da garagem, apercebi-me de que precisava de mais do que um livro!
Diz que não gosta de cortar nada nos seus livros e que tem dificuldade em ser sucinta. Como é que ultrapassa essa dificuldade? Está a melhorar neste aspeto? O seu editor é essencial para conseguir a versão final?
Se eu entrar em pânico ao tentar encaixar tudo na história, o meu segredo é fazer com que as cenas tenham uma dupla ou tripla função. Por isso, em vez de escrever uma cena picante, uma discussão e uma "revelação" como cenas separadas, combino-as numa só. Isto ajuda a manter o ritmo da história e garante que consigo colocar tudo o que quero na página.
No seu processo de escrita, o que é que pesa mais: o método ou a inspiração?
Sempre o método. A inspiração é fenomenal quando surge, mas não me posso dar ao luxo de esperar para estar inspirada. Por isso, é mais importante para mim ser disciplinada no meu processo de escrita.
Receia a crítica? Quem é a primeira pessoa a quem mostra os seus livros?
Absolutamente! É por isso que evito expor-me a críticas desnecessárias. As primeiras pessoas que veem o meu rascunho são o meu editor e as minhas duas assistentes, Joyce e Tammy. Ninguém, repito, ninguém vê os meus primeiros rascunhos. São tão confusos que acho que ninguém acreditaria que eu sei o que estou a fazer, se pusesse as mãos num deles!
As suas personagens são inspiradas em pessoas reais, que conhece?
O meu maravilhoso advogado teria palpitações cardíacas se eu escrevesse sobre uma pessoa real. Mas a inspiração está em todo o lado. Se conheço alguém com um trabalho fixe, um passatempo interessante ou uma peculiaridade de personalidade engraçada, tomo nota. Alguma das suas personagens é inspirada em si? Qual delas, e de que forma?
Dou a cada uma das minhas personagens pequenos pedaços de mim própria. O Nash e a Lina, de Coisas Que Escondemos dos Outros, têm a minha antiga ansiedade e uma versão mais acentuada das palpitações do meu coração. Também escrevi uma vez sobre uma romancista desajeitada e não tive de fazer qualquer pesquisa!
Gosta de escrever sobre comunidades/locais que conhece. Consideraria a hipótese de escrever um livro num cenário completamente diferente, como uma cidade europeia? E isso mudaria completamente as personagens e o enredo que criaria?
Adoraria! Mas teria de ter tempo suficiente para pesquisar. Gosto que os meus livros se pareçam com a vida real e isso pode implicar muita pesquisa. Dependendo do atraso que tenho em relação aos prazos, por vezes não é possível. Mas os cenários influenciam sempre a história. Cada personagem interage com o seu ambiente de uma forma diferente e isso diz ao leitor mais sobre cada pessoa no livro, por isso só posso imaginar o divertimento que poderia ter ao ambientar um livro numa pequena cidade europeia.
Qual é a sua personagem favorita nos dois primeiros livros da série Knockemout, e porquê?
Knox Morgan, o urso barbudo e rabugento que só quer que o deixem em paz.
Coisas Que Escondemos dos Outros é o seu livro mais recente lançado em Portugal. Pode dizer aos seus leitores portugueses três razões pelas quais devem ler este livro?
Sem dúvida! 1. O herói ferido e bom rapaz apaixona-se pela rapariga má que é a única que vê a sua dor. 2. Lutas de punhos entre irmãos. E 3. A cena do duche.
Tanto nesta história como na anterior, por muito solitárias e independentes que personagens como Nash, Lina, Knox e Naomi pareçam querer ser, acabam por sucumbir ao romance e à importância da família. São essas também as coisas mais importantes da tua vida?
A comunidade e a família são grandes prioridades na minha vida! Quanto mais diferentes tipos de amor tivermos na nossa vida, melhor viveremos.
Embora o humor esteja constantemente presente na história, esta é uma narrativa de resolução de crimes. Também é fã de thrillers? Pode citar algum autor que a tenha inspirado e ajudado a construir uma narrativa de mistério?
Adoro mistérios e thrillers! Cresci a ler Clive Cussler e John Grisham. Mais recentemente, tornei-me fã de Louise Penny e John Sanford!
Muitas das características das suas personagens são apresentadas através dos seus pensamentos, mais do que através de ações ou diálogos. É essa a sua forma de criar uma sensação de intimidade nos seus leitores?
A magia dos livros é que o leitor pode mergulhar numa nova personagem e ver o mundo através das suas vidas. Adoro utilizar o mundo interior da personagem para ajudar o leitor a compreendê-la verdadeiramente.
Que livro lhe deu mais prazer escrever?
Pode ser uma surpresa, mas é Riley Thorn and the Dead Guy Next Door. A cena do ferro-velho vem diretamente de um dos meus primeiros encontros com o Sr. Lucy, quando ele trabalhava para um detetive privado. Foi a primeira ideia de um livro que tive, por isso é muito especial para mim!
E qual foi o mais difícil de escrever, e porquê?
Coisas Que Nunca Superámos foi o mais difícil. Um amigo querido faleceu no dia em que comecei a escrevê-lo. Durante meses, debati-me para saber qual era o verdadeiro tema do livro. Demorei quase seis meses a perceber que estava a contar uma história sobre como lidar com o luto e a coragem que é preciso para amar.
Qual é a sua forma preferida de contactar com os seus leitores? Através das redes sociais ou em encontros de autógrafos?
Adoro falar com os leitores de todas as formas possíveis! A minha newsletter e as redes sociais são os meus favoritos, mas nada supera as sessões de autógrafos quando os posso abraçar pessoalmente!
Qual considera ser o seu maior feito na vida?
Fazer com que o Sr. Lucy se apaixone por mim! Ele é a melhor pessoa que conheço e passar todos os dias com ele são uma aventura.
Quais são as coisas que a fazem mais feliz?
Passar tempo com as pessoas de quem gosto. Tacos. Ótimos livros. Dias de spa. Dirty martínis. Abraços do Sr. Lucy. Lareiras. Filmes antigos. Cobertores felpudos. Jantares de festa. Cães. A minha cama com a sua montanha de almofadas. O meu gato rabugento, Cleo.