Autor da semana: Haruki Murakami
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7 de fevereiro de 2017
Há histórias que de tantas vezes repetidas se tornam lendárias: em 1978, Haruki Murakami estava a assistir a um jogo de beisebol, quando Dave Hilton pegou no taco. No instante em que o jogador bateu a bola, Murakami teve uma epifania: por que não escrever um romance? E nessa mesma noite deitou mãos à obra.
Nascido em Quioto, no Japão, em 1949, o autor mudou-se para Tóquio ao ingressar na universidade. Depois de terminar os estudos, abriu um pequeno bar de jazz que geriu com a mulher e sobre o qual diria mais tarde: «Tudo o que preciso de saber na vida aprendi no meu bar de jazz». A música, aliás, é uma referência constante na sua obra.
Haruki Murakami
"Sonho. Às vezes acho que é a única coisa certa a fazer."
Milhões de leitores depois
Créditos: Cornell University Blog Service
O seu primeiro romance, Ouve a Canção do Vento, só agora finalmente publicado em Portugal, ganhou o prémio Gunzou. Seguiram-se Flíper, 1973 e Em busca do Carneiro Selvagem, que juntos formam a “Trilogia do Rato”.
É autor de inúmeros romances, como Kafka à Beira-Mar ou a trilogia 1Q84. Escreveu também antologias de contos e duas obras de não ficção. Todos os anos é indicado como uma das mais fortes apostas ao Nobel da Literatura, tendo já recebido o Prémio Jerusalém. É um consenso raro de crítica e público, encantando milhões de leitores, com o seu universo literário ao mesmo tempo marcadamente contemporâneo e peculiar, delicado e melancólico. Como o próprio autor diz: «Sonho. Às vezes acho que é a única coisa certa a fazer.»
É autor de inúmeros romances, como Kafka à Beira-Mar ou a trilogia 1Q84. Escreveu também antologias de contos e duas obras de não ficção. Todos os anos é indicado como uma das mais fortes apostas ao Nobel da Literatura, tendo já recebido o Prémio Jerusalém. É um consenso raro de crítica e público, encantando milhões de leitores, com o seu universo literário ao mesmo tempo marcadamente contemporâneo e peculiar, delicado e melancólico. Como o próprio autor diz: «Sonho. Às vezes acho que é a única coisa certa a fazer.»