Autor da semana: Gabriel García Márquez
Partilhar:
30 de janeiro de 2017
Gabo ou Gabito, como é carinhosamente conhecido na América do Sul, nasceu em 1927 na pequena aldeia de Aracataca, entre as montanhas tropicais e o mar do Caribe. Cresceu com os avós maternos (um veterano da guerra civil e uma apaixonada pelas tradições orais indígenas), fundamentais para o futuro escritor, que se inspiraria nestas figuras para criar as suas personagens, nomeadamente as que povoam o clássico Cem Anos de Solidão.
Em 1947 ingressou no curso de Direito da Universidade de Bogotá, que abandonou para enveredar pelo jornalismo.
Em 1954 foi enviado para Roma como correspondente do jornal El Espectador, tendo vivido desde então sobretudo no estrangeiro, num exílio mais ou menos forçado: em Paris, Nova Iorque (onde as suas posições a favor de Fidel Castro o levaram a ser assediado pela CIA), em Barcelona e no México.
Em 1954 foi enviado para Roma como correspondente do jornal El Espectador, tendo vivido desde então sobretudo no estrangeiro, num exílio mais ou menos forçado: em Paris, Nova Iorque (onde as suas posições a favor de Fidel Castro o levaram a ser assediado pela CIA), em Barcelona e no México.
Gabriel García Márquez
"Em todos os momentos de minha vida há uma mulher que me leva pela mão, nas trevas de uma realidade que as mulheres conhecem melhor que os homens e nas quais se orientam melhor com menos luzes."
MAIS SOBRE GABITO
Gabito, o autor da semana
A sua primeira obra ficcional, La Hojarasca, uma coletânea de contos, foi lançada em 1955. Depois publicou Ninguém Escreve ao Coronel, a que se seguiu, em 1967, o seu livro mais célebre, o já referido Cem Anos de Solidão, pioneiro de um estilo que ficaria conhecido como Realismo Mágico e verdadeiro marco da literatura sul-americana.
Recebeu o Neustadt International Prize for Literature em 1972 e, dez anos depois, o Prémio Nobel da Literatura, pela sua vasta obra de ficção e não-ficção, em que se destaca, para além dos títulos já referidos, O Amor nos Tempos da Cólera. Morreu em 2014 no México, na companhia da mulher e dos dois filhos.
Recebeu o Neustadt International Prize for Literature em 1972 e, dez anos depois, o Prémio Nobel da Literatura, pela sua vasta obra de ficção e não-ficção, em que se destaca, para além dos títulos já referidos, O Amor nos Tempos da Cólera. Morreu em 2014 no México, na companhia da mulher e dos dois filhos.