Ajudar as crianças a lidarem com temas difíceis
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25 de agosto de 2022
Para a maioria das crianças, existe uma constelação familiar formada pelos pais e avós, que as acarinham e cuidam delas. Mas quando uma pessoa (familiar ou amiga) que lhes é querida morre ou os pais se separam, os mais pequenos vivem um choque emocional difícil de superar. Estes são alguns livros que ajudam as crianças a ultrapassarem a dor e a insegurança destes acontecimentos que fazem parte da vida.
A Raposa
Na floresta coberta de geada do início da Primavera, a raposa tem a missão de encontrar alimento para as suas três crias. À medida que crescem, ela ensina-as a sobreviver na natureza. Até que, um dia, a raposa morre. O seu corpo volta à terra e à erva e ao ar, nutrindo o mundo à sua volta e dando vida à floresta. A morte não é apenas um fim, é também um começo.
A Raposa responde à grande questão «O que acontece quando morremos?», numa narrativa lírica enriquecida com ilustrações luminosas, em estilo de colagem, do conceituado Daniel Egnéus. Pela sua abordagem honesta, mas sempre ternurenta – da morte e da decadência dos seres vivos, sobre a qual as crianças terão perguntas e os pais quererão discutir, poderá ser mais indicado para crianças a partir dos cinco anos de idade. Isabel Thomasajuda nessa discussão, com matéria sobre o que acontece quando algo morre, a decomposição e o ciclo da vida. Estas respostas, de base científica, oferecem um contexto adicional, acessível a pais e crianças, mas sobretudo destinado a ajudá-las a compreender a realidade.
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A Raposa responde à grande questão «O que acontece quando morremos?», numa narrativa lírica enriquecida com ilustrações luminosas, em estilo de colagem, do conceituado Daniel Egnéus. Pela sua abordagem honesta, mas sempre ternurenta – da morte e da decadência dos seres vivos, sobre a qual as crianças terão perguntas e os pais quererão discutir, poderá ser mais indicado para crianças a partir dos cinco anos de idade. Isabel Thomasajuda nessa discussão, com matéria sobre o que acontece quando algo morre, a decomposição e o ciclo da vida. Estas respostas, de base científica, oferecem um contexto adicional, acessível a pais e crianças, mas sobretudo destinado a ajudá-las a compreender a realidade.
Para Onde Vamos Quando Desaparecemos?
Para Onde Vamos Quando Desaparecemos? é uma pergunta à qual é difícil responder. Se até muitos adultos preferem imaginar um não fim absoluto para as suas vidas, para as crianças mais pequenas, que dificilmente conseguem compreender o conceito de morte, ainda é mais difícil. Em vez de se centrar no conceito de fim, este livro foca-se nas possibilidades e nos laços que nos unem uns aos outros e às mais pequenas coisas da vida.
As palavras, de Isabel Minhós Martins, são simples mas profundas: «Para que alguma coisa desapareça, são precisos sempre dois», e «felizmente, não somos os únicos a desaparecer. (…) O sol, as nuvens, as folhas e até as férias estão sempre a começar e a acabar». Esta pequena história ajuda a encontrar respostas, a entender um tema que não deixa de ser sombrio, assustador mesmo. As coloridas, garridas, intensas ilustrações de Madalena Matoso acompanham as personagens deste livro, uma menina, um menino, uma mãe, um pai, por caminhos de descobertas em que não falta o encanto, nem a verdade. Porque, como nos lembra, apesar de haver «coisas que parecem teimosas como rochas», nada dura para sempre.
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As palavras, de Isabel Minhós Martins, são simples mas profundas: «Para que alguma coisa desapareça, são precisos sempre dois», e «felizmente, não somos os únicos a desaparecer. (…) O sol, as nuvens, as folhas e até as férias estão sempre a começar e a acabar». Esta pequena história ajuda a encontrar respostas, a entender um tema que não deixa de ser sombrio, assustador mesmo. As coloridas, garridas, intensas ilustrações de Madalena Matoso acompanham as personagens deste livro, uma menina, um menino, uma mãe, um pai, por caminhos de descobertas em que não falta o encanto, nem a verdade. Porque, como nos lembra, apesar de haver «coisas que parecem teimosas como rochas», nada dura para sempre.
O Meu Avô Foi Para o Céu
Tim é um miúdo cheio de vida, quase a fazer nove anos. Vive com os pais e os seus dois irmãos, anda na escola e adora andar de skate. Adoraria ter um canguru para mimar, talvez porque este animal desafia a gravidade, algo que Tim detesta, porque quer mesmo ser astronauta. É muito chegado aos avós maternos, com quem está todos os dias. O seu avô Jerónimo é um grande compincha de Tim, sempre companheiro do neto. O dia em que o avô morre é o pior dia da curta vida deste menino. Desolado, para superar esta perda entrega-se a um desafio que a avó Paula lhe lança.
O Meu Avô Foi Para o Céu é uma história comovente sobre os laços entre netos e avós. Escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez, autora de A Lua de Joana, este livro mostra aos mais pequenos um caminho para conseguirem guardar a memória dos seus entes queridos para sempre, apesar de toda a tristeza e dor causadas pela sua perda.
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O Meu Avô Foi Para o Céu é uma história comovente sobre os laços entre netos e avós. Escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez, autora de A Lua de Joana, este livro mostra aos mais pequenos um caminho para conseguirem guardar a memória dos seus entes queridos para sempre, apesar de toda a tristeza e dor causadas pela sua perda.
Pode Tudo Mudar?
Rindo e brincando juntos em família na praia, parece que os dias felizes e quentes de verão nunca mais vão acabar. Então, tudo muda. A mãe e o pai dizem que já não podem viver juntos, e começam a surgir sentimentos tristes e preocupados – Não é justo! Foi tudo culpa minha? Mas, à medida que o tempo passa e as estações mudam, torna-se mais claro que os tempos difíceis nem sempre serão tão difíceis.
As belíssimas ilustrações de Asa Gilland, com uma paleta de cores emotivas e imagens plenas de movimento, captam na perfeição as nuances de emoção sentidas tanto pela criança como pelos pais durante uma separação. O texto é da autoria de Clare Helen Welsh, antiga professora primária que adora crianças e conhece bem os seus sentimentos. Enternecedora, esta história traz uma mensagem reconfortante, otimista e de esperança às famílias num período difícil das suas vidas.
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As belíssimas ilustrações de Asa Gilland, com uma paleta de cores emotivas e imagens plenas de movimento, captam na perfeição as nuances de emoção sentidas tanto pela criança como pelos pais durante uma separação. O texto é da autoria de Clare Helen Welsh, antiga professora primária que adora crianças e conhece bem os seus sentimentos. Enternecedora, esta história traz uma mensagem reconfortante, otimista e de esperança às famílias num período difícil das suas vidas.