Seven Classic Albums - CD Música

de Billie Holiday
editora: Reel to Reel, agosto de 2019 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Body and Soul
02 - Strange Fruit
03 - Travl'lin Light
04 - He's Funny That Way
05 - The Man I Love
06 - Gee, Baby, Ain't I Good to You
07 - All of Me
08 - Billie's Blues (I Love My Man)
09 - Reading from Lady Sings the Blues
10 - Lady Sings the Blues
11 - It Ain't Nobody's Business What I Do
12 - Reading from Lady Sings the Blues/Travl'lin Blues
13 - Reading from Lady Sings the Blues
14 - Billie's Blues (I Love My Man)
15 - Body and Soul
16 - Reading from Lady Sings the Blues
17 - Don't Explain
18 - Yesterdays
19 - Please Don't Talk About Me When I'm Gone
20 - I'll Be Seeing You
21 - Reading from Lady Sings the Blues
22 - My Man
23 - I Cried for You
24 - Fine and Mellow
25 - I Cover the Waterfront
26 - What a Little Moonlight Can Do

Disco 2
01 - Day In - Day Out
08 - Cheek to Cheek
09 - I'll Wind
10 - Speak Low
11 - We'll Be Together Again
12 - All Or Nothing at All
13 - Sophisticated Lady
14 - April in Paris
15 - I Wished On the Moon
16 - But Not for Me

Disco 3
01 - Say It Isn't So

Disco 2
02 - A Foggy Day
03 - Stars Fell On Alabama
04 - One for My Baby (And One More for the Road)
05 - Just One of Those Things
06 - I Didn't Know What Time It Was
07 - Do Nothing Till You Hear from Me

Disco 3
02 - Our Love Is Here to Stay
03 - Nice Work If You Can Get It
04 - Willow Weep for Me
05 - My Man
06 - Lover, Come Back to Me
07 - Lady Sings the Blues
08 - What a Little Moonlight Can Do
09 - I'm Fool to Want You
10 - For Heaven's Sake
11 - You Don't Know What Love Is
12 - I Get Along Without You Very Well
13 - For All We Know
14 - Violets for Your Furs
15 - You've Changed
16 - It's Easy to Remember

Disco 4
01 - But Beautiful
02 - Glad to Be Unhappy
03 - I'll Be Around
04 - The End of a Love Affair
05 - All of You
06 - Sometimes I'm Happy
07 - You Took Advantage of Me
08 - When It's Sleep Time Down South
09 - There'll Be Some Changes Made
10 - Deed I Do
11 - Don't Worry 'Bout Me
12 - All the Way
13 - Just One More Chance
14 - It's Not for Me to Say
15 - I'll Never Smile Again
16 - Baby Won't You Please Come Home

Seven Classic Albums - CD

de Billie Holiday

Propriedade Descrição
editora: Reel to Reel
Data de Lançamento: agosto de 2019
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz Vocal
EAN: 5036408214829
Número de discos: 4
Formato: CD / Box Set

SOBRE O ARTISTA

Billie Holiday

Billie Holiday, nascida Eleanora Fagan a 7 de abril de 1915, em Filadélfia, Pensilvânia, é amplamente considerada uma das maiores e mais influentes cantoras de jazz de todos os tempos. Conhecida pela sua voz única, capacidade de interpretação emotiva e pelo seu estilo inconfundível, Holiday deixou um legado duradouro na música, influenciando gerações de artistas.

Holiday cresceu em Baltimore, Maryland, em condições difíceis, enfrentando a pobreza e uma infância problemática. Aos 13 anos, mudou-se para Nova Iorque com a sua mãe e começou a cantar em clubes de Harlem para sobreviver. Foi nessa época que adotou o nome "Billie," inspirado pela atriz Billie Dove, e começou a atrair atenção por sua voz distinta.

A sua grande oportunidade veio em 1933, quando foi descoberta pelo produtor John Hammond, que a apresentou ao público nova-iorquino. Em 1935, Holiday gravou com a orquestra de Teddy Wilson, produzindo clássicos como "What a Little Moonlight Can Do" e "Miss Brown to You." Essas gravações revelaram a sua habilidade única de transformar canções populares em interpretações profundamente pessoais e emocionais.

Ao longo dos anos 1930 e 1940, Billie Holiday tornou-se uma das principais cantoras de jazz, colaborando com músicos lendários como Lester Young, Count Basie e Artie Shaw. Foi durante esse período que ganhou o apelido de "Lady Day," dado por Lester Young, que se tornaria um dos seus amigos mais próximos e colaboradores regulares.

Uma das canções mais poderosas e influentes de Holiday foi "Strange Fruit," gravada em 1939. A música, que descreve o linchamento de afro-americanos no sul dos Estados Unidos, tornou-se um hino de protesto contra o racismo e é frequentemente citada como uma das primeiras canções de protesto na música popular. A gravação de "Strange Fruit" destacou não apenas o talento vocal de Holiday, mas também a sua coragem em abordar questões sociais através da sua música, numa época em que tais temas eram raramente discutidos publicamente.

Nos anos 1940, Billie Holiday enfrentou uma série de desafios pessoais, incluindo problemas com abuso de substâncias e dificuldades legais. Apesar disso, continuou a gravar e a fazer digressões, produzindo algumas das suas gravações mais memoráveis, como "God Bless the Child," "Lover Man," e "Don't Explain." A sua voz, que já era conhecida pela sua riqueza emocional, tornou-se ainda mais profunda e expressiva, refletindo as suas experiências de vida.

Em 1956, Holiday publicou a sua autobiografia, Lady Sings the Blues, que foi adaptada para um filme em 1972, estrelado por Diana Ross. A sua vida pessoal atribulada e a sua luta contra a discriminação racial e as dificuldades da indústria musical tornaram-se parte da sua lenda.

A saúde de Holiday começou a deteriorar-se nos anos 1950, em grande parte devido ao abuso de drogas e álcool. Mesmo assim, continuou a atuar e a gravar até a sua morte. A sua última gravação, Lady in Satin (1958), é muitas vezes considerada uma das suas obras mais emotivas, mostrando uma voz mais desgastada, mas ainda cheia de paixão e emoção.

Billie Holiday faleceu a 17 de julho de 1959, aos 44 anos, em Nova Iorque. Embora a sua vida tenha sido curta e marcada por tragédias, o impacto da sua música continua a ser profundo. A sua capacidade de expressar emoções complexas e o seu estilo vocal único garantiram-lhe um lugar eterno na história da música. Holiday não apenas ajudou a moldar o jazz, mas também abriu caminho para que futuras gerações de cantoras pudessem explorar e expressar a sua individualidade através da música.

O legado de Billie Holiday é imortalizado nas inúmeras gravações que continuam a ser ouvidas e admiradas por pessoas em todo o mundo. Ela é lembrada não apenas como uma das maiores vozes do jazz, mas também como uma artista corajosa que usou a sua música para falar sobre as injustiças e as dores da vida, deixando um impacto indelével na cultura e na música.

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