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The Hits - CD Música

de Billie Holiday
editora: New Continent, maio de 2025 ‧
22,21€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Strange Fruit
02 - We'll Be Together Again
03 - I Didn't Know What Time It Was
04 - Trav'lin' Light
05 - Good Morning, Heartache
06 - Body and Soul
07 - These Foolish Things
08 - Willow Weep for Me
09 - Come Rain Or Come Shine
10 - I'm a Fool to Want You
11 - Gloomy Sunday
12 - I Thought About You
13 - All the Way
14 - I Loves You Porgy
15 - I'll Be Seeing You
16 - Ill Wind
17 - Blue Moon
18 - Ain't Misbehavin'
19 - April in Paris
20 - Lover Man

Disco 2
01 - What a Little Moonlight Can Do
02 - A Foggy Day
03 - Don't Explain
04 - Just One of Those Things
05 - All of Me
06 - Too Marvelous for Words
07 - Lover Come Back to Me
08 - Love Me Or Leave Me
09 - Let's Call the Whole Thing Off
10 - Them There Eyes
11 - On the Sunny Side of the Street
12 - Stars Fell On Alabama
13 - I Wished On the Moon
14 - Gee Baby, Ain't I Good to You
15 - I Hear Music
16 - Day In, Day Out
17 - God Bless the Child
18 - Fine and Mellow
19 - Billie's Blues (I Love My Man)
20 - Solitude
21 - Lady Sings the Blues

The Hits - CD

de Billie Holiday

Propriedade Descrição
editora: New Continent
Data de Lançamento: maio de 2025
Dimensões: 142 x 125 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz Vocal
EAN: 8436569196038
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Billie Holiday

Billie Holiday, nascida Eleanora Fagan a 7 de abril de 1915, em Filadélfia, Pensilvânia, é amplamente considerada uma das maiores e mais influentes cantoras de jazz de todos os tempos. Conhecida pela sua voz única, capacidade de interpretação emotiva e pelo seu estilo inconfundível, Holiday deixou um legado duradouro na música, influenciando gerações de artistas.

Holiday cresceu em Baltimore, Maryland, em condições difíceis, enfrentando a pobreza e uma infância problemática. Aos 13 anos, mudou-se para Nova Iorque com a sua mãe e começou a cantar em clubes de Harlem para sobreviver. Foi nessa época que adotou o nome "Billie," inspirado pela atriz Billie Dove, e começou a atrair atenção por sua voz distinta.

A sua grande oportunidade veio em 1933, quando foi descoberta pelo produtor John Hammond, que a apresentou ao público nova-iorquino. Em 1935, Holiday gravou com a orquestra de Teddy Wilson, produzindo clássicos como "What a Little Moonlight Can Do" e "Miss Brown to You." Essas gravações revelaram a sua habilidade única de transformar canções populares em interpretações profundamente pessoais e emocionais.

Ao longo dos anos 1930 e 1940, Billie Holiday tornou-se uma das principais cantoras de jazz, colaborando com músicos lendários como Lester Young, Count Basie e Artie Shaw. Foi durante esse período que ganhou o apelido de "Lady Day," dado por Lester Young, que se tornaria um dos seus amigos mais próximos e colaboradores regulares.

Uma das canções mais poderosas e influentes de Holiday foi "Strange Fruit," gravada em 1939. A música, que descreve o linchamento de afro-americanos no sul dos Estados Unidos, tornou-se um hino de protesto contra o racismo e é frequentemente citada como uma das primeiras canções de protesto na música popular. A gravação de "Strange Fruit" destacou não apenas o talento vocal de Holiday, mas também a sua coragem em abordar questões sociais através da sua música, numa época em que tais temas eram raramente discutidos publicamente.

Nos anos 1940, Billie Holiday enfrentou uma série de desafios pessoais, incluindo problemas com abuso de substâncias e dificuldades legais. Apesar disso, continuou a gravar e a fazer digressões, produzindo algumas das suas gravações mais memoráveis, como "God Bless the Child," "Lover Man," e "Don't Explain." A sua voz, que já era conhecida pela sua riqueza emocional, tornou-se ainda mais profunda e expressiva, refletindo as suas experiências de vida.

Em 1956, Holiday publicou a sua autobiografia, Lady Sings the Blues, que foi adaptada para um filme em 1972, estrelado por Diana Ross. A sua vida pessoal atribulada e a sua luta contra a discriminação racial e as dificuldades da indústria musical tornaram-se parte da sua lenda.

A saúde de Holiday começou a deteriorar-se nos anos 1950, em grande parte devido ao abuso de drogas e álcool. Mesmo assim, continuou a atuar e a gravar até a sua morte. A sua última gravação, Lady in Satin (1958), é muitas vezes considerada uma das suas obras mais emotivas, mostrando uma voz mais desgastada, mas ainda cheia de paixão e emoção.

Billie Holiday faleceu a 17 de julho de 1959, aos 44 anos, em Nova Iorque. Embora a sua vida tenha sido curta e marcada por tragédias, o impacto da sua música continua a ser profundo. A sua capacidade de expressar emoções complexas e o seu estilo vocal único garantiram-lhe um lugar eterno na história da música. Holiday não apenas ajudou a moldar o jazz, mas também abriu caminho para que futuras gerações de cantoras pudessem explorar e expressar a sua individualidade através da música.

O legado de Billie Holiday é imortalizado nas inúmeras gravações que continuam a ser ouvidas e admiradas por pessoas em todo o mundo. Ela é lembrada não apenas como uma das maiores vozes do jazz, mas também como uma artista corajosa que usou a sua música para falar sobre as injustiças e as dores da vida, deixando um impacto indelével na cultura e na música.

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