Ravedeath, 1972 - CD Música

de Tim Hecker
editora: Kranky Records, fevereiro de 2011 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO


Disco 1
01 - The Piano Drop
02 - In the Fog I
11 - In the Air II
03 - In the Fog II
12 - In the Air III
04 - In the Fog III
05 - No Drums
06 - Hatred of Music I
07 - Hatred of Music II
08 - Analog Paralysis, 1978
09 - Studio Suicide, 1980
10 - In the Air I

Ravedeath, 1972 - CD

de Tim Hecker

Propriedade Descrição
editora: Kranky Records
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Dimensões: 142 x 131 x 3 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Dança/Electrónica > Chillout/Ambient
EAN: 0796441815425
Duração (m): 52.24
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Tim Hecker

Tim Hecker é um compositor e produtor canadiano de música eletrónica e experimental, nascido em 17 de julho de 1974, em Vancouver, Colúmbia Britânica. Reconhecido como um dos artistas mais inovadores e influentes da música ambient contemporânea, Hecker construiu uma carreira marcada pela criação de paisagens sonoras densas, atmosféricas e emotivas, muitas vezes explorando temas de transcendência, impermanência e espiritualidade.

Começando a sua carreira no final dos anos 90 sob o nome Jetone, Tim Hecker produzia música techno minimalista antes de transitar para um estilo mais abstrato e textural. O seu álbum de estreia como Tim Hecker, Haunt Me, Haunt Me Do It Again (2001), marcou o início de uma abordagem única que mistura noise, drone e ambient, utilizando camadas complexas de som processado para criar atmosferas envolventes.

Ao longo dos anos, Hecker lançou uma série de álbuns amplamente aclamados, incluindo Harmony in Ultraviolet (2006) e Ravedeath, 1972 (2011). Este último, gravado numa igreja na Islândia, destacou-se pela combinação de texturas eletrónicas e elementos acústicos, como o som de um órgão de tubos, explorando uma justaposição entre o moderno e o tradicional.

Em 2016, Hecker lançou Love Streams, que incorporou vozes corais e arranjos inspirados no compositor renascentista Josquin des Prez, marcando uma expansão em sua abordagem. Trabalhos mais recentes, como Konoyo (2018) e Anoyo (2019), refletem a influência da música tradicional japonesa, explorando o diálogo entre tecnologia contemporânea e práticas musicais ancestrais.

Com uma carreira que transcende géneros e fronteiras, Tim Hecker continua a ser uma figura central na música experimental, celebrada pela sua capacidade de criar mundos sonoros imersivos que desafiam e emocionam os ouvintes. A sua música é frequentemente descrita como meditativa e transformadora, consolidando o seu estatuto como um dos maiores visionários da música eletrónica contemporânea.

(ver mais)

DO MESMO ARTISTA

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU