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Love Streams - CD Música

de Tim Hecker
editora: Paper Bag Records, Janeiro de 2016 ‧
14,29€
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Obsidian Counterpoint
02 - Music Of The Air
03 - Bijie Dream
04 - Live Leak Instrumental
05 - Violet Monumental I
06 - Violet Monumental II
07 - Up Red Bull Creek
08 - Castrati Stack
09 - Voice Crack
10 - Collapse Sonata
11 - Black Phase

Love Streams - CD

de Tim Hecker

Propriedade Descrição
editora: Paper Bag Records
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Dimensões: 134 x 129 x 4 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Experimental/Industrial/EBM
EAN: 0880893010429
Duração (m): 42
Número de discos: 1
Formato: CD

SOBRE O ARTISTA

Tim Hecker

Tim Hecker é um compositor e produtor canadiano de música eletrónica e experimental, nascido em 17 de julho de 1974, em Vancouver, Colúmbia Britânica. Reconhecido como um dos artistas mais inovadores e influentes da música ambient contemporânea, Hecker construiu uma carreira marcada pela criação de paisagens sonoras densas, atmosféricas e emotivas, muitas vezes explorando temas de transcendência, impermanência e espiritualidade.

Começando a sua carreira no final dos anos 90 sob o nome Jetone, Tim Hecker produzia música techno minimalista antes de transitar para um estilo mais abstrato e textural. O seu álbum de estreia como Tim Hecker, Haunt Me, Haunt Me Do It Again (2001), marcou o início de uma abordagem única que mistura noise, drone e ambient, utilizando camadas complexas de som processado para criar atmosferas envolventes.

Ao longo dos anos, Hecker lançou uma série de álbuns amplamente aclamados, incluindo Harmony in Ultraviolet (2006) e Ravedeath, 1972 (2011). Este último, gravado numa igreja na Islândia, destacou-se pela combinação de texturas eletrónicas e elementos acústicos, como o som de um órgão de tubos, explorando uma justaposição entre o moderno e o tradicional.

Em 2016, Hecker lançou Love Streams, que incorporou vozes corais e arranjos inspirados no compositor renascentista Josquin des Prez, marcando uma expansão em sua abordagem. Trabalhos mais recentes, como Konoyo (2018) e Anoyo (2019), refletem a influência da música tradicional japonesa, explorando o diálogo entre tecnologia contemporânea e práticas musicais ancestrais.

Com uma carreira que transcende géneros e fronteiras, Tim Hecker continua a ser uma figura central na música experimental, celebrada pela sua capacidade de criar mundos sonoros imersivos que desafiam e emocionam os ouvintes. A sua música é frequentemente descrita como meditativa e transformadora, consolidando o seu estatuto como um dos maiores visionários da música eletrónica contemporânea.

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