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O Melhor Dos GNR - ContinuAcção Vol.3 - CD Música

de GNR
editora: EMI Music Portugal, Janeiro de 2006 ‧
15,78€
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ALINHAMENTO


Rock & Alterne

1
01 - Quero Que Vá Tudo Pró Inferno
02 - Sexta-Feira (Um Seu Criado)
03 - USA
04 - Acorda
05 - Dá Fundo
06 - Quando O Telephone Pecca
07 - Motor
08 - Dama Ou Tigre
09 - Homem Mau
10 - Rádio Taciturno
11 - Choque Frontal
12 - I Don't Feel Funky (Anymore)
13 - Pershingópolis
14 - Bar Da Morgue
15 - Instrumental Nº 1
16 - General Eléctrico

Pop & Baladas & Alterne

2
01 - Continuação
02 - Canadádá
03 - Popless
04 - Mosquito (Gussie "P" Remix)
05 - Nova Gente
06 - Digital Gaia
07 - Ananás
08 - Ósculos Escuros
09 - Tons Sem Tom
10 - 2/3 D'Água
11 - + Vale Nunca (Ao Vivo Na Antena 3)
12 - Coro Dos Tribunais
13 - Canil
14 - Rouge
15 - Quebra-Gelo
16 - Desnorteado
17 - Apartheid Hotel

O Melhor Dos GNR - ContinuAcção Vol.3 - CD

de GNR

Propriedade Descrição
editora: EMI Music Portugal
Data de Lançamento: Janeiro de 2006
Dimensões: 141 x 124 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Pop-Rock
EAN: 0094636783321
Duração (m): 125
Número de discos: 2
Formato: CD / Compilation

SOBRE O ARTISTA

GNR

GNR (Grupo Novo Rock) é uma das bandas mais icónicas da música portuguesa, formada em 1980 no Porto. Pioneiros no movimento do rock português, destacaram-se pela sua abordagem irreverente, letras satíricas e uma sonoridade única que combina rock, pop e elementos experimentais. A banda tornou-se uma referência cultural ao longo de mais de quatro décadas de carreira, marcando gerações com a sua música.

Os GNR foram inicialmente formados por Alexandre Soares, Vítor Rua e Tóli César Machado. Após algumas mudanças na formação, Rui Reininho juntou-se à banda em 1981 como vocalista, trazendo um estilo inconfundível e uma presença em palco que se tornou a imagem de marca do grupo. Com Tóli César Machado a liderar a composição musical e Reininho a assinar letras memoráveis, os GNR estabeleceram-se como uma força criativa singular no panorama musical português.

O álbum de estreia, Independança (1982), marcou o início do sucesso da banda, apresentando temas como "Portugal na CEE", que refletem o tom irónico e crítico que caracteriza o grupo. Nos anos seguintes, álbuns como Os Homens Não Se Querem Bonitos (1985) e Psicopátria (1986) consolidaram o seu lugar no rock nacional, com temas como "Efectivamente" e "Dunas" a tornarem-se verdadeiros hinos.

Durante os anos 90, os GNR viveram o auge da sua popularidade com álbuns como Rock in Rio Douro (1992) e Sob Escuta (1994), que incluem sucessos como "Pronúncia do Norte" e "Sangue Oculto". Estes trabalhos mostraram a capacidade da banda de se reinventar, incorporando elementos mais pop sem perder a essência irreverente e crítica que os definiu desde o início.

Com uma carreira que ultrapassa quatro décadas, os GNR continuam a ser uma referência no cenário musical português. Álbuns como Popless (2000) e Caixa Negra (2015) mostram a persistência criativa da banda, enquanto a sua presença ao vivo mantém-se vibrante e cativante, com espetáculos que celebram tanto os clássicos como o novo repertório.

Os GNR são hoje vistos como uma das bandas mais importantes e influentes da história da música portuguesa. A sua capacidade de unir sátira, emoção e inovação musical assegura-lhes um lugar de destaque no panorama cultural do país, mantendo-se relevantes e adorados por diferentes gerações.

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