Caixa Negra - CD Música

de GNR
editora: Indiefada, Janeiro de 2015 ‧
10,05€
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Caixa Negra
02 - Os Moscas
03 - Não Há Guerra
04 - Cadeira Eléctrica
05 - Desnorteado (Em 2015)
06 - Triste Titan
07 - Dançar SOS
08 - Honolulu
09 - Apontar
10 - MacABRO

Caixa Negra - CD

de GNR

Propriedade Descrição
editora: Indiefada
Data de Lançamento: Janeiro de 2015
Dimensões: 124 x 137 x 4 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Pop-Rock
EAN: 0888750863423
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

GNR

GNR (Grupo Novo Rock) é uma das bandas mais icónicas da música portuguesa, formada em 1980 no Porto. Pioneiros no movimento do rock português, destacaram-se pela sua abordagem irreverente, letras satíricas e uma sonoridade única que combina rock, pop e elementos experimentais. A banda tornou-se uma referência cultural ao longo de mais de quatro décadas de carreira, marcando gerações com a sua música.

Os GNR foram inicialmente formados por Alexandre Soares, Vítor Rua e Tóli César Machado. Após algumas mudanças na formação, Rui Reininho juntou-se à banda em 1981 como vocalista, trazendo um estilo inconfundível e uma presença em palco que se tornou a imagem de marca do grupo. Com Tóli César Machado a liderar a composição musical e Reininho a assinar letras memoráveis, os GNR estabeleceram-se como uma força criativa singular no panorama musical português.

O álbum de estreia, Independança (1982), marcou o início do sucesso da banda, apresentando temas como "Portugal na CEE", que refletem o tom irónico e crítico que caracteriza o grupo. Nos anos seguintes, álbuns como Os Homens Não Se Querem Bonitos (1985) e Psicopátria (1986) consolidaram o seu lugar no rock nacional, com temas como "Efectivamente" e "Dunas" a tornarem-se verdadeiros hinos.

Durante os anos 90, os GNR viveram o auge da sua popularidade com álbuns como Rock in Rio Douro (1992) e Sob Escuta (1994), que incluem sucessos como "Pronúncia do Norte" e "Sangue Oculto". Estes trabalhos mostraram a capacidade da banda de se reinventar, incorporando elementos mais pop sem perder a essência irreverente e crítica que os definiu desde o início.

Com uma carreira que ultrapassa quatro décadas, os GNR continuam a ser uma referência no cenário musical português. Álbuns como Popless (2000) e Caixa Negra (2015) mostram a persistência criativa da banda, enquanto a sua presença ao vivo mantém-se vibrante e cativante, com espetáculos que celebram tanto os clássicos como o novo repertório.

Os GNR são hoje vistos como uma das bandas mais importantes e influentes da história da música portuguesa. A sua capacidade de unir sátira, emoção e inovação musical assegura-lhes um lugar de destaque no panorama cultural do país, mantendo-se relevantes e adorados por diferentes gerações.

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