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Async - CD Música

de Ryuichi Sakamoto
editora: Commmons, Janeiro de 2017 ‧
58,50€
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Andata
02 - Disintegration
03 - Solari
04 - Zure
05 - Walker
06 - Stakra
07 - Ubi
08 - Fullmoon
09 - Async
10 - Tri
11 - Life, Life
12 - Honj
13 - FF
14 - Garden

Informação Adicional
Released in a digipack, with full-colour wrap around cover.

The speeches in Track 8 are overlayed translations of a passage from Paul Bowles' novel, The Sheltering Sky (1949):

"Because we don’t know when we will die, we get to think of life as an inexhaustible well. Yet everything happens only a certain number of times, and a very small number really. How many more times will you remember a certain afternoon of your childhood, some afternoon that is so deeply a part of your being that you can’t even conceive of your life without it Perhaps four or five times more, perhaps not even that. How many more times will you watch the full moon rise Perhaps twenty. And yet it all seems limitless."

Async - CD

de Ryuichi Sakamoto

Propriedade Descrição
editora: Commmons
Data de Lançamento: Janeiro de 2017
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Experimental/Industrial/EBM
EAN: 4988064863143
Duração (m): 60
Número de discos: 1
Formato: CD / Album / Stereo

SOBRE O ARTISTA

Ryuichi Sakamoto

Ryuichi Sakamoto foi um compositor, pianista, produtor e ativista ambiental japonês, nascido a 17 de janeiro de 1952 em Tóquio, Japão, e falecido a 28 de março de 2023. Reconhecido como um dos músicos mais inovadores e influentes do seu tempo, Sakamoto deixou uma marca indelével na música contemporânea, tanto na cena pop como na música clássica e experimental.

Sakamoto começou a sua carreira musical no final dos anos 70 como membro da banda Yellow Magic Orchestra (YMO), um dos grupos pioneiros na música eletrónica e na synthpop. YMO tornou-se uma referência global, ajudando a popularizar a música eletrónica no Japão e no resto do mundo, e influenciando géneros como o techno e o house. Canções como "Technopolis" e "Rydeen" tornaram-se clássicos do género.

Além do seu trabalho com YMO, Sakamoto também desenvolveu uma prolífica carreira a solo, explorando uma ampla gama de estilos musicais, desde a música clássica contemporânea até à música ambiental e eletrónica. O seu álbum de estreia a solo, Thousand Knives of Ryuichi Sakamoto (1978), combinou música eletrónica com influências tradicionais japonesas e destacou a sua habilidade para criar paisagens sonoras complexas e inovadoras.

Ryuichi Sakamoto também é amplamente conhecido pelas suas bandas sonoras para cinema, onde se destacou como um dos maiores compositores da indústria. A sua primeira grande incursão no cinema foi com a banda sonora do filme Merry Christmas, Mr. Lawrence (1983), onde também atuou ao lado de David Bowie. A música-tema, "Forbidden Colours", tornou-se uma das suas composições mais icónicas.

Em 1987, Sakamoto ganhou o Óscar de Melhor Banda Sonora Original, em conjunto com David Byrne e Cong Su, pelo filme The Last Emperor, realizado por Bernardo Bertolucci. A banda sonora de The Last Emperor é amplamente considerada uma das suas obras-primas, combinando elementos de música tradicional chinesa com a sua abordagem única à composição. Este trabalho também lhe rendeu um Grammy e um Globo de Ouro, consolidando a sua reputação como um dos maiores compositores de bandas sonoras do mundo.

Ao longo da sua carreira, Sakamoto continuou a explorar novas fronteiras musicais, colaborando com artistas de diferentes géneros, incluindo música pop, jazz, e música experimental. Ele trabalhou com músicos como Iggy Pop, Alva Noto, e Carsten Nicolai, demonstrando uma curiosidade insaciável e uma disposição para experimentar e inovar continuamente.

Para além da música, Ryuichi Sakamoto foi um ativista comprometido com questões ambientais e sociais, utilizando a sua plataforma para promover a consciência sobre as mudanças climáticas e a energia nuclear. Após o desastre de Fukushima em 2011, Sakamoto tornou-se uma voz ativa contra a energia nuclear, organizando concertos de beneficência e campanhas para apoiar as vítimas do desastre e promover energias renováveis.

Nos últimos anos da sua vida, Sakamoto enfrentou uma longa batalha contra o cancro, mas continuou a compor e a produzir música, deixando um legado duradouro e um impacto profundo na música contemporânea. A sua capacidade de transcender fronteiras culturais e géneros musicais, aliada à sua sensibilidade artística e ao compromisso com questões globais, fez de Ryuichi Sakamoto uma figura verdadeiramente única e respeitada na música mundial.

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