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Ryuichi Sakamoto: 12 - CD Música

de Ryuichi Sakamoto
editora: Sony Classical, junho de 2023 ‧
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Disco 1
01 - 20210310
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Ryuichi Sakamoto: 12 - CD

de Ryuichi Sakamoto

Propriedade Descrição
editora: Sony Classical
Data de Lançamento: junho de 2023
Dimensões: 143 x 127 x 5 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Contemporâneo/Moderno/Crossover
EAN: 0196587898229
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Ryuichi Sakamoto

Ryuichi Sakamoto foi um compositor, pianista, produtor e ativista ambiental japonês, nascido a 17 de janeiro de 1952 em Tóquio, Japão, e falecido a 28 de março de 2023. Reconhecido como um dos músicos mais inovadores e influentes do seu tempo, Sakamoto deixou uma marca indelével na música contemporânea, tanto na cena pop como na música clássica e experimental.

Sakamoto começou a sua carreira musical no final dos anos 70 como membro da banda Yellow Magic Orchestra (YMO), um dos grupos pioneiros na música eletrónica e na synthpop. YMO tornou-se uma referência global, ajudando a popularizar a música eletrónica no Japão e no resto do mundo, e influenciando géneros como o techno e o house. Canções como "Technopolis" e "Rydeen" tornaram-se clássicos do género.

Além do seu trabalho com YMO, Sakamoto também desenvolveu uma prolífica carreira a solo, explorando uma ampla gama de estilos musicais, desde a música clássica contemporânea até à música ambiental e eletrónica. O seu álbum de estreia a solo, Thousand Knives of Ryuichi Sakamoto (1978), combinou música eletrónica com influências tradicionais japonesas e destacou a sua habilidade para criar paisagens sonoras complexas e inovadoras.

Ryuichi Sakamoto também é amplamente conhecido pelas suas bandas sonoras para cinema, onde se destacou como um dos maiores compositores da indústria. A sua primeira grande incursão no cinema foi com a banda sonora do filme Merry Christmas, Mr. Lawrence (1983), onde também atuou ao lado de David Bowie. A música-tema, "Forbidden Colours", tornou-se uma das suas composições mais icónicas.

Em 1987, Sakamoto ganhou o Óscar de Melhor Banda Sonora Original, em conjunto com David Byrne e Cong Su, pelo filme The Last Emperor, realizado por Bernardo Bertolucci. A banda sonora de The Last Emperor é amplamente considerada uma das suas obras-primas, combinando elementos de música tradicional chinesa com a sua abordagem única à composição. Este trabalho também lhe rendeu um Grammy e um Globo de Ouro, consolidando a sua reputação como um dos maiores compositores de bandas sonoras do mundo.

Ao longo da sua carreira, Sakamoto continuou a explorar novas fronteiras musicais, colaborando com artistas de diferentes géneros, incluindo música pop, jazz, e música experimental. Ele trabalhou com músicos como Iggy Pop, Alva Noto, e Carsten Nicolai, demonstrando uma curiosidade insaciável e uma disposição para experimentar e inovar continuamente.

Para além da música, Ryuichi Sakamoto foi um ativista comprometido com questões ambientais e sociais, utilizando a sua plataforma para promover a consciência sobre as mudanças climáticas e a energia nuclear. Após o desastre de Fukushima em 2011, Sakamoto tornou-se uma voz ativa contra a energia nuclear, organizando concertos de beneficência e campanhas para apoiar as vítimas do desastre e promover energias renováveis.

Nos últimos anos da sua vida, Sakamoto enfrentou uma longa batalha contra o cancro, mas continuou a compor e a produzir música, deixando um legado duradouro e um impacto profundo na música contemporânea. A sua capacidade de transcender fronteiras culturais e géneros musicais, aliada à sua sensibilidade artística e ao compromisso com questões globais, fez de Ryuichi Sakamoto uma figura verdadeiramente única e respeitada na música mundial.

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