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Zola (Emile), Therese Raquin

de Émile Zola
idioma: francês
Editor: HATIER, agosto de 2011 ‧
4,27€
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Préface de Maylis de Kerangal. Edition annotée et commentée par Laurence Rauline Thérèse s'ennuie dans sa vie de couple et noue une relation avec Laurent. Au cours d'une promenade en barque, les deux amants se débarassent du mari gênant. Ce premier roman naturaliste de Zola fait date pour la manière dont le crime et ses conséquences sont minutieusement dépeints. Le dossier Par Laurence Rauline, agrégée de lettres modernes, docteur en littérature française et enseignante en lycée - Des repères historiques et biographiques - Des fiches permettant de dégager les principaux axes de lecture de l'oeuvre - Des exemples d'adaptations de la pièce, au cinéma et au théâtre - Deux groupements thématiques composés de textes complémentaires et de reproductions d'oeuvres d'art - Des sujets de type bac, pour l'écrit et pour l'oral

Zola (Emile), Therese Raquin

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9782218954320
Editor: HATIER
Data de Lançamento: agosto de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 317
Tipo de produto: Livro
Coleção: Eperluette
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782218954320

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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