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Youma

de Lafcadio Hearn
idioma: espanhol
Editor: Errata Naturae Editores, junho de 2012 ‧
15,79€
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Martinica, una pequeña isla del Caribe bajo el protectorado de Francia, era un paraíso natural donde la vida transcurría despreocupadamente, en mitad de una exuberante vegetación y de un paisaje excepcional. En 1848, cuando el gobierno republicano se hizo con el poder en París, los rumores sobre el final de la esclavitud recorrieron la isla, despertando el miedo y la incertidumbre en los amos y una felicidad llena de esperanza en los esclavos. Youma es una guapa y joven esclava criada en la lujosa ciudad de Saint-Pierre, ahijada de su ama, la aristócrata Madame Peyronnette, e íntima amiga de la hija de ésta. Cuando estallen las primeras revueltas de esclavos, y al tiempo que conoce el primer amor, Youma habrá de decidir si unirse a los de su raza o mantenerse fiel a la que ha sido siempre su única familia. Un conflicto que Hearn refleja con una sutileza y una inteligencia fuera de lo común para su tiempo, en una novela con una prosa tan musical como poderosa y sutil, tanto que consigue ofrecernos, sin maniqueísmos, un verdadero ideal de justicia incluso por encima de las causas justas.

Youma

de Lafcadio Hearn

Propriedade Descrição
ISBN: 9788415217305
Editor: Errata Naturae Editores
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788415217305

SOBRE O AUTOR

Lafcadio Hearn

Lafcadio Hearn (1850-1904) nascido em 1850, Patrick Lafcadio Hearn teve um princípio de vida difícil: após o falecimento dos pais, foi criado por uma tia, em Dublin, e, aos dezasseis anos, perdeu uma vista numa brincadeira com os colegas de escola que correu mal. Rejeitado pela família, trocou a Irlanda por Inglaterra e depois por França, antes de se instalar nos Estados Unidos da América, onde se tornou jornalista no Enquirer. Descobriu a cultura japonesa por intermédio de contactos com o embaixador do Império do Japão. Em 1874 - numa época em que os casamentos mistos eram ilegais -, Hearn contraiu matrimónio com Althea «Matthie» Foley, de origem mestiça. Quando esta união foi descoberta, despediram-no e começou a trabalhar para o jornal concorrente, o Cincinnati Commercial. Interessou-se pela cultura crioula de Nova Orleães, tendo publicado, em 1885, um dicionário de provérbios crioulos e uma coletânea de temática culinária. Em 1889, o jornal Harper’s Monthly enviou-o como correspondente para as Antilhas. Após um primeiro romance, Youma, reuniu um grande número de contos tradicionais da Martinica, que foram objeto de diversas obras. Um ano depois, aceitou um convite do seu amigo embaixador do Japão e instalou-se em Yokohama, onde encontrou emprego como jornalista na imprensa anglófona. Hearn casou com a filha de um samurai, Koizumi Stesuko , obtendo a cidadania japonesa com o nome Koizumi Yakumo em 1896. Passou, então, a interessar-se pelas histórias tradicionais japonesas de fantasmas (yokai) e começou a escrever as suas obras sobre o Japão. Viajante inveterado, viveu sucessivamente em Kobe, em Matsue e, ainda, em Tóquio, onde foi nomeado professor na Universidade de Waseda. Grande admirador de Pierre Loti, Hearn foi igualmente tradutor para inglês de Flaubert, Anatole France, Théophile Gautier, Hugo, Maupassant, Mérimée, Nerval e Zola. Morreu em 1904, vítima de doença cardíaca, em Tóquio. Foram-lhe prestadas inúmeras homenagens tanto na literatura e na banda desenhada, como no cinema e na televisão.

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