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Wild West

N.º 2 - Wild Bill

de Thierry Gloris; Ilustração: Jacques Lamontagne
Editor: Ala dos Livros, março de 2022 ‧
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James Butler Hickok, que ficou para a história com o nome de Wild Bill Hickok, é uma das muitas personagens do Oeste Americano imortalizadas através do cinema, da televisão ou até de inúmeras novelas.

Mas como é que os caminhos de Martha Cannary, a célebre Calamity Jane, se cruzam com os de Wild Bill, esse veterano da Guerra Civil Americana que se tornou caçador de prémios e justiceiro por conta própria?

Wild West é um western deslumbrante que nos transporta ao coração do Oeste Americano, um mundo selvagem sem fé e sem lei. No rescaldo da guerra civil, com as guerras índias ao rubro, Wild Bill procura os assassinos de um crime que jurou vingar. Mortos ou vivos. E é neste território a ferro e fogo que encontrará Martha novamente.

Wild Bill é o segundo tomo da série Wild West, editada em Portugal pela Ala dos Livros.

Wild West

N.º 2 - Wild Bill

de Thierry Gloris; Ilustração: Jacques Lamontagne

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895327591
Editor: Ala dos Livros
Data de Lançamento: março de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 320 x 243 x 9 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 56
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Aventura
EAN: 9789895327591
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 12

SOBRE O AUTOR

Thierry Gloris

Thierry Gloris (1974 - ) nascido em Franche-Comté, França, passa a infância a sonhar diante dos álbuns de Astérix, de Gaston Lagaffe ou de Sylvain et Sylvette, dizendo a si mesmo que os seus antepassados eram definitivamente ruivos e muito inteligentes. Depois de um bacharelado científico que tirou para tranquilizar os pais, matricula-se na Faculdade de História onde obtém um DEA (diploma de estudos aprofundados). Reconhecendo que a História, tal como a literatura do século XIX, com autores como Zola, Balzac, Edgar Allan Poe e Maupassant são uma das suas principais fontes de inspiração, concluirá que, se escrever é fácil, o talento não é inato. Um clique ocorre com o nascimento da sua filha e Thierry Gloris decide realizar o seu sonho de infância: escrever argumentos de banda desenhada. Depois de ter visto o trabalho de Mickaël na net e de ter ficado seduzido pelo seu universo, Thierry envia-lhe um argumento: surgem assim as primeiras pranchas da futura série Codex Angelique, que será publicada pela editora francesa Delcourt. A partir de então, Gloris irá colocar toda a sua imaginação em séries muitas vezes alimentadas pela História e todas elas caracterizadas pela inventividade. São de sua autoria obras como Waterloo 1911, Malgré nous, Missi Dominici, Souvenirs d'un Elficologue, o notado Aspic, Détectives de l'Étrange transportados pelo soberbo desenho de Jacques Lamontagne, o mangá Tokyo Home, Meridia, Champs d’honneur, Une Génération Française ou a série Bushido. Com mais de 40 álbuns no seu curriculum, Thierry Gloris tem demonstrado um certo gosto pela História, pelo fantástico, mas também por alguns temas como a identidade e o mistério.

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