Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico
Editor:
Editora Guerra & Paz, maio de 2013 ‧
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SINOPSE
Duas dezenas de académicos reunidos em Lisboa em Outubro de 1990 quiseram alterar o destino de um idioma falado por 250 milhões de pessoas: assim nasceu o chamado Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Impondo frases absurdas, como «o correu [co-réu] correu para a audiência» ou «ninguém para [pára]o Benfica».
Contestado por vozes autorizadas de diversos quadrantes, quase sem ninguém a defendê-lo, mesmo assim foi adoptado pelo Estado português. À revelia das normas jurídicas, dos pareceres de muitos especialistas e do mais elementar bom senso.
Em 2008, ao ser aprovado no Parlamento, só quatro deputados votaram contra. Hoje, vários outros não escondem críticas. O Presidente da República ratificou-o, mas admite que em casa continua a escrever como aprendeu na escola. O ministro da Educação confessa: «Eu não gosto de mudar a maneira de escrever.» Valerá a pena manter algo que quase ninguém quer? Este é o livro politicamente incorrecto, sem deixar cair o c, que prova que não.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897020742 |
| Editor: | Editora Guerra & Paz |
| Data de Lançamento: | maio de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 154 x 198 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789897020742 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Não se pode acabar mas pode-se não compactuar
Alexandre Carvalho
Ainda polémico e muito pouco consensual este AO. Implementado quase à força e sem discussão que o rebatesse, sabe sempre bem ler argumentos que o desmascarem, sobretudo quando fomos educados com uma escrita que não se compadece com esta arrazoado pouco intuitivo que perturba a fluidez e a beleza da língua portuguesa. Um livrinho quase de desabafo, para os "rebeldes" do AO