Viver Só
Portugueses esmagadoramente sós
SINOPSE
Este livro é um retrato da solidão em Portugal em números, contexto e circunstâncias, mas também uma reflexão sobre o quanto viver sozinho é diferente de sentir-se sozinho. A experiência de solidão é tão individual e privada que se torna quase indefinível.
Como se poderá ler em relatos de vidas solitárias expostas ao longo deste livro, viver só pode ser um privilégio, uma questão de liberdade irrenunciável ou uma dor profunda e irreversível. A solidão pode ser desde sempre ou para sempre.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899118805 |
| Editor: | Fundação Francisco Manuel dos Santos |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2023 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 131 x 202 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 112 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Retratos da Fundação |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789899118805 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Recomendo
CM
Sou fã das coleções Fundação Francisco Manuel dos Santos e este "Viver Só" não desaponta. Lemos sobre o retrato da solidão em Portugal, que reflete o panorama da sociedade moderna, um pouco por todo o mundo. Recomendo a leitura e que nos debrucemos, enquanto sociedade, sobre um tema que vai afetar a todos e que já é, em muitos países, considerado uma realidade de saúde pública.
Uma verdade
Manuel Mesquita
Gosto muito da escrita da Ana Margarida de Carvalho e fiquei contente com este livro e com a forma como trata um tema verdadeiro e complicado, particularmente em Portugal.
De grande actualidade
Rui P.
A reflexão que este livro nos permite fazer é de grande actualidade. É uma questão que procuramos esquecer mas que, na verdade, está bem presente para todos, a falta de companhia atormenta, esmorece e faz-nos esquecer da importância da partilha. O outro continua-nos.
Um livro excepcional
Rui P.
Este é um tema actual e necessário. A solidão e o isolamento estão a colocar a nossa sociedade num terreno propício aos piores perigos, principalmente ao de trocar os nossos princípios pela inclusão num grupo. Assim começam os populismos e o radicalismo. Precisamos de vir para a rua, de nos conhecermos e de abandonar a atitude 'eu contra o mundo'.
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