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Vístulo de Abreu

O primeiro gestor moderno de Portugal

de Filipe S. Fernandes
Editor: Editora Guerra & Paz, outubro de 2021 ‧
12,00€
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A biografia de Vístulo de Abreu é o segundo volume da colecção Histórias de Liderança, que dá a conhecer a vida daqueles que contribuíram para definir a natureza da gestão em Portugal, para memória futura.

José Domingos Vístulo de Abreu foi o primeiro e único CEO do Grupo CUF que não pertencia à família Mello. Tomou posse em 1969, mudando a orientação da produção para o mercado e do produto para o cliente, pela primeira vez numa empresa portuguesa, com o apoio da consultora McKinsey. Manteve-se na CUF mesmo após a nacionalização do grupo, em Agosto de 1975.
Saiu em 1977 e, pouco depois, foi convidado para liderar o Grupo de Negociação do Projecto Renault, a que se juntou mais tarde a negociação com o grupo Ford. Se esta falhou, o acordo com a Renault consumou-se em 1980, tendo Vístulo de Abreu ficado a presidir a Renault Portuguesa. Em 1990, foi convidado para liderar o Gattel, que seria responsável pelo acompanha mento da construção da Ponte Vasco da Gama, inaugurada em 1998. A sua carreira como gestor terminaria no Grupo José de Mello, de José Manuel de Mello, um dos herdeiros do Grupo CUF.

Vístulo de Abreu

O primeiro gestor moderno de Portugal

de Filipe S. Fernandes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897026485
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: outubro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 231 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 344
Tipo de produto: Livro
Coleção: Histórias de Liderança
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789897026485

Elogio

Fernando Sousa

Um elogio de um pioneiro na gestão profissional em Portugal

SOBRE O AUTOR

Filipe S. Fernandes

Nasceu em Angola, é jornalista, já escreveu em vários jornais e revistas e fez biografias, histórias empresariais e económicas. Sublevações é o seu primeiro romance e surgiu depois de receber uma Bolsas de Residência Literária da Fundação Eça de Queiroz. Durante um mês, seguiu o pensamento de Santa Teresa d’Ávila: era uma boa inspiração, deixou o medo e escreveu este romance a partir de notas feitas ao longo de vários anos.

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