Vidas Sem Defesa

Desaparecimento, rapto e abuso de crianças em Portugal

de Gonçalo Amaral
Editor: Planeta, novembro de 2011 ‧
Vidas sem Defesa surge como um grito de revolta de quem se preocupa com a defesa das crianças e um hino de homenagem àquelas que, de uma maneira ou de outra, não tiveram quem as protegesse.
É uma obra em relação à qual ninguém pode ficar indiferente.
A sua leitura, obrigatória, quer para leigos quer para técnicos, constituirá um importante alerta para um dos maiores flagelos da actualidade: desaparecimento, rapto e abuso de crianças.

Vidas Sem Defesa

Desaparecimento, rapto e abuso de crianças em Portugal

de Gonçalo Amaral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896572471
Editor: Planeta
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 232 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789896572471

Muito util

Paulo Pedro

Sem duvida um alerta a todos os pais para com os seus filhos, experiencias terriveis de quem os perdeu de uma forma ingloria.

SOBRE O AUTOR

Gonçalo Amaral

Gonçalo Amaral nasceu em 1959, em Torredeita, Viseu. Estudou Engenharia, mas acabou por se licenciar em Ciências Jurídicas e Criminais, na Faculdade de Direito de Lisboa. Ingressou na Administração Pública em 1973, com 14 anos, como paquete, nos Serviços Sociais das Forças Armadas. Em novembro de 1981, iniciou o curso de formação de agentes da Polícia Judiciária (PJ), e tornou-se agente no ano seguinte. Em 1997/1998, frequentou o curso de subinspetores da PJ, tendo sido o primeiro classificado entre 100 alunos. Em 2000/2001 cumpriu o curso de Coordenadores da PJ. Exerceu funções em Lisboa, no Algarve e nos Açores. Durante anos, perseguiu, com eficácia, todo o tipo de criminalidade violenta e organizada: furtos, roubos, homicídios, tráfico de estupefacientes. Teve uma carreira profissional impoluta, amplamente reconhecida por colegas e superiores hierárquicos, bem como por magistrados judiciais e do Ministério Público, por funcionários judiciais e advogados, com quem teve o prazer de lidar durante muitos anos. Tem como máxima «a justiça realiza-se em silêncio». Foi coordenador operacional das investigações do «Caso Maddie», entre 3 de maio e 2 de outubro de 2007, tendo nessa ocasião sido afastado da investigação, num ato inédito na história da Polícia Judiciária. Aposentou-se a 1 julho de 2008, ao fim de 27 anos de carreira policial, a fim de readquirir a plenitude da sua liberdade de expressão sobre o caso que investigou e de contribuir, na medida do possível, para a descoberta da verdade material e para a realização da justiça. Publicou os livros Maddie – A Verdade da Mentira (2008), A Mordaça Inglesa (2010) e Vidas sem Defesa (2011).

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