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Vida e Destino - Volume II

de Vassili Grossman
Editor: INQUERITO, dezembro de 2007 ‧
11,00€
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Em 1962, Grossman acaba de terminar a sua epopeia e entrega o manuscrito de Vida e Destino à revista Znamia. O chefe de redacção Vadim Kojevnikov lê-o e envia-o ao KGB, na Lubianka. Fica assim tranquilo, pois o que lera era terrível! Deve atirar-se-lhe uma pedra? E porquê só a ele? Vassili Grossman desmontou, melhor que ninguém, o mecanismo da delação. No caso vertente, as coisas devem ter-se passado assim: vários elementos da comissão de redacção leram o romance e cada um deles sentiu medo. Desta situação resultou a denúncia assinada por três pessoas: Vadim Kojevnikov, Liudmile Skovino e Alexandre Krivitski. É devido a ela que Vassili Grossman recebe a visita de dois oficiais do KGB. O livro Vida e Destino é apreendido. O autor não foi preso, mas pouco mais sobreviveu: um ano e meio mais tarde morre, devido a um cancro. Vinte anos mais tarde, o manuscrito encontra um editor. Apesar do atraso, permanece vivo, actual. Mais: ocupa um notável lugar na literatura russa e mundial.

Vida e Destino - Volume II

de Vassili Grossman

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726701132
Editor: INQUERITO
Data de Lançamento: dezembro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 212 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 382
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Esoterismo
Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Espiritualidades
EAN: 5603121163163

SOBRE O AUTOR

Vassili Grossman

Vassili Grossman nasceu em 1905, na Ucrânia ), foi viver para Moscovo ainda jovem, nos anos 1930 formou-se em engenharia química mas começou a dedicar-se exclusivamente à escrita desde essa altura. Em 1941 tornou-se correspondente do Estrela Vermelha, jornal do Exército Vermelho, fazendo reportagens sobre a defesa de Stalinegrado, a queda de Berlim e as consequências do Holocausto.
Vida e Destino, a sua obra-prima, foi um livro considerado tão perigoso na União Soviética que não só o manuscrito como também as fitas com que foi digitado foram confiscados pelo KGB, permanecendo desaparecido durante vinte anos.
Grossman começou a escrever Tudo Passa em 1955, e ainda nele trabalhava durante os seus últimos dias de vida, no hospital.
Morreu em 1964, em Moscovo.

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