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Vida De Las Formas

de Henri Focillon
idioma: espanhol
Editor: ELBA, setembro de 2024 ‧
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Hijo de un grabador y estudioso apasionado de técnicas y de artistas del grabado, Henri Focillon reservó una atención particular a las formas artísticas, a sus relaciones psicológicas y materiales, y a su comportamiento extremadamente concreto y funcional. Desde su publicación en 1934, 'Vida de las formas', fue saludada como un clásico de la cultura del siglo xx, así como un gran modelo de lectura de la obra de arte. En su concepción «sinfónica» de ésta, el problema principal para Focillon no fue tanto reivindicar una absoluta autonomía de la forma artística respecto a la época, el lugar y el ambiente en que se manifiesta, como proponer una suerte de morfología genética y asentar el concepto de mutación formal autónoma en el marco de materiales y técnicas en permanente cambio. El título del segundo ensayo, 'Elogio de la mano', es ilustrativo: las manos son el vehículo del genio, las que dan forma a una idea. Son la salvación del ciego, que sólo a través de ellas puede llegar a ver el mundo, mientras que para el vidente son el medio que le permite completar la percepción de las apariencias a través del tacto. Para indagar en la pregunta de por qué este órgano mudo y ciego nos habla con una fuerza tan persuasiva Focillon recurre al ejemplo de los artistas, los más destacados de los cuales le han prestado una atención extrema, pues en su obra proliferan los estudios de la mano. ¿Puede ser porque es lo más original y diferenciado que poseemos, aquello que más nos aproxima a las formas superiores de la vida? Completa esta edición 'Elogio de las lámpara, un bello texto desconocido del autor. Henri Focillon (Dijon, 1881 - New Haven, ee.uu., 1943) está considerado uno de los historiadores del arte más brillantes del siglo xx. Sus aportaciones teóricas resultan fundamentales dentro de la historiografía artística y, junto a Heinrich Wölfflin, es uno de los principales introductores del método de análisis formalista. Nacido en un ambiente de artistas, estaba destinado, como su padre, al grabado, pero una acusada miopía le impidió hacer de ésta su profesión. Tuvo una sólida formación clásica y humanística, y pronto manifestó una vocación por la historia del arte. Su tesis doctoral versó sobre la obra de Giovanni Piranesi y el grabado del siglo xviii en Venecia y Roma. Inició su carrera académica en Lyon, y posteriormente fue catedrático en la Sorbona, el Collège de France y la Universidad de Yale. Entre sus obras destacan: Piranesi (1918), Hokusai (1924), El arte de los escultores románicos (1931), La vida de las formas (1934), El arte de Occidente (1938) y El año mil (1942). En esta misma editorial se han publicado sus Cartas desde Italia (Elba, 2023).

Vida De Las Formas

de Henri Focillon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412807349
Editor: ELBA
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Artes em Geral
Livros em Espanhol > Arte > História da Arte
EAN: 9788412807349

SOBRE O AUTOR

Henri Focillon

Henri Focillon nasceu em Paris no ano de 1881. Durante a sua adolescência contatou e conviveu diretamente com artistas como Eduard Vuillard e Auguste Rodin e com vários teóricos de arte, entre eles Gustave Geffroy, um dos primeiros documentadores do impressionismo. As suas incursões no universo da teoria da arte começou aos 19 anos, depois de concluir o ensino secundário, quando ajudou o mestre Geffroy a escrever o primeiro volume do livro Les Musées d'Europe (Os Museus da Europa). Mais tarde, entre 1901 e 1905, estudou Filologia na École Normale Supérieure, ainda hoje, uma das mais prestigiadas universidades francesas. Após uma breve incursão no ensino secundário é convidado, em 1913, a lecionar na Universidade de Lyon. Simultaneamente, assume o cargo de diretor do Musée des Beaux-Arts, da mesma cidade. Durante este período, Focillon publicou vários artigos e estudos de história da arte que variaram desde a arte budista até Benvenuto Cellini.

Em 1924, o historiador concluiu a sua dissertação de mestrado, que teve como tema Giovanni Battista Piranesi , submetida à Universidade de Paris e nesse mesmo ano sucedeu a Émile Mâle como responsável da cadeira de Arqueologia Medieval na prestigiada Sorbonne . Manteve-se interessado em vários períodos artísticos, mas o seu ensino passou a ser focado no período medieval. Esses anos na capital parisiense foram os mais produtivos da sua vida. Inspirou uma nova geração de medievalistas ao escrever várias monografias sobre o período medieval. Entre elas, destaca-se L'art des romans sculpteurs de 1931, e La Civilisation Occidentale au Moyen Âge, publicada numa coletânea de vários ensaios em 1933. Também neste ano começa a lecionar cursos regulares de seis semanas na Universidade de Yale (E.U.A.). No ano seguinte, muito baseado nos seus escritos sobre arte medieval, publica o livro La vie des formes (A Vida das Formas). Em 1938, o seu ensaio sobre a civilização ocidental na Idade Média reapareceu, revisto, e desta vez publicado isoladamente, com o nome Art d'Occident, le Moyen Âge, Roman et Gothique (A Arte do Ocidente – A idade Média, Românico e o Gótico). Ainda nesse ano, aceitou lecionar a cadeira de estética no Collège de France, mas com a condição de manter a sua colaboração com a Universidade de Yale.

Focillon estava nos Estados Unidos quando a Segunda Guerra Mundial rebentou na Europa, em 1939 e aí testemunhou a ocupação da França pelos nazis, em 1940. Nesse ano, foi o primeiro aluno sénior em Harvard's Dumbarton Oaks em Washington. Morreu em 1943, nos Estados Unidos, no mesmo ano em que foi publicado o seu ensaio Moyen âge, Survivances et Reveils. Entre os alunos de Focillon, estiveram os historiadores de arte mais ilustres da geração seguinte. Na Sorbonne, inspirou, entre outros, André Chastel , Françoise Henry, Philippe Verdier e Louis Grodecki. Dos seus discípulos, em Yale, destacam-se Sumner McKnight Crosby, Charles Seymour, e George Kubler. Era muito conhecido pela força das suas palestras e foi numa delas que convenceu James Ackerman a tornar-se historiador de arquitetura; Robert Branner também foi um fervoroso seguidor do seu trabalho. A entrega retórica e o discurso eloquente e quase literário de Focillon (lecionou exclusivamente em francês) tornaram-se lendários em Yale.

Focillon foi o primeiro grande historiador de arte francês a incorporar o método de ensino da história da arte baseado na tradição germânica. A sua metodologia - denominada método formalista - empregou um desenvolvimento cíclico das formas baseado na teoria da forma de Heinrich Wölfflin e Adolf von Hildebrand, uma abordagem que não tem como regra a cronologia do tempo. O teórico francês tentou estabelecer princípios formalistas de interpretação com base no que ele chamou de "visualidade pura". O caráter objetivo que defende é a antítese da objetividade analítica que dominava a escrita de arte moderna e histórica da época. Ao contrário de Émile Mâle, Focillon, enfatizou a importância da forma sobre a iconografia ou o simbolismo. Esta visão de Focillon foi vigorosamente criticada por Meyer no artigo Schapiro Bulletin da revista Art in Moissac.
Focillon ficou conhecido por questionar muitas das bases do estilo românico, e alertou que muita arte românica, apesar de datada deste período, não poderia ser denominada como tal. Ele reforçou a arquitetura como o impulso primário artístico da Idade Média, um dado consensual entre os historiadores da arte francesa do seu tempo. O ano 1000 foi, segundo ele, o início deste período de construção, testemunhado no livro com o mesmo assunto e título.

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