Viagens à Ficção Hispano-americana

de António Mega Ferreira
Editor: Arranha-céus, Janeiro de 2016 ‧
Em finais dos anos sessenta do século passado, a cena literária ocidental foi invadida por um movimento generalizado de interesse pela literatura americana escrita em espanhol. Foi aquilo a que depois se convencionou chamar o boom latino-americano e, em termos de perceção pública internacional, alicerçou-se no sucesso imediato que acolheu a publicação, em 1967, de uma obra fantástica, torrencial, inclassificável: Cem Anos de Solidão, do colombiano Gabriel Garcia Márquez.

No entanto, o boom latino-americano não começa aí, mas alguns anos antes, com a publicação de obras marcantes de escritores como o mexicano Juan Rulfo (Pedro Páramo, em 1955), o peruano Mario Vargas Llosa (A Cidade e os Cães, em 1963), o argentino Julio Cortázar (Rayuela - o Jogo do Mundo, 1963) e o próprio Garcia Márquez (Ninguém Escreve ao Coronel é de 1961).

E a emergência deste grupo de escritores de talento iluminou ainda a obra de alguns dos seus mais respeitáveis precursores, do argentino Jorge Luis Borges, que só nessa década começou a ser conhecido internacionalmente, ao cubano Alejo Carpentier, ou ao uruguaio Juan Carlos Onetti.

A visita a esses nomes maiores (e mais alguns) do boom é o roteiro destas Viagens à Ficção Hispano-Americana

Viagens à Ficção Hispano-americana

de António Mega Ferreira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899946231
Editor: Arranha-céus
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 214 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789899946231

SOBRE O AUTOR

António Mega Ferreira

António Mega Ferreira (25 de março de 1949, Lisboa - 26 de dezembro de 2022, Lisboa) foi escritor, gestor e jornalista. Estudou Direito e Comunicação Social, foi jornalista no Jornal Novo, no Expresso, em O Jornal e na RTP, onde chefiou a redação da Informação do segundo canal. Foi chefe de redação do JL — Jornal de Letras, Artes e Ideias. Fundou as revistas Ler e Oceanos. Chefiou a candidatura de Lisboa à Expo’98, de que foi comissário executivo. Foi presidente da Parque Expo, do Oceanário de Lisboa e da Atlântico, Pavilhão Multiusos de Lisboa, S.A. De 2006 a 2012, presidiu à Fundação Centro Cultural de Belém. De 2013 a 2019, desempenhou as funções de diretor executivo da AMEC/Metropolitana. Tem cerca de 40 obras publicadas, entre ficção, ensaio, poesia e crónicas. Em 2022, a sua obra Crónicas Italianas (Sextante Editora, 2021) foi distinguida com o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga.

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