10% de desconto

Verão Quente de 1975 - Tudo Era Permitido

de Pedro Prostes da Fonseca
Editor: Editora Guerra & Paz, maio de 2025 ‧
16,50€
14,85€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
portes grátis
Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam.

Verão Quente de 1975 - Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da caça aos fascistas, fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República.

Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.

Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de bondade e de ingenuidade. Jovens juntavam esforços e viajavam para o interior do país a fim de ajudar conterrâneos seus a aprender a ler. A Revolução dos Cravos trazia esperança e uma boa dose de romantismo.

O PREC teve excessos que hoje, é fácil dizer, poderiam ter sido evitados.
Mas foi longa a noite escura que o País viveu durante mais de quatro décadas. E o despertar assim se fez.

Verão Quente de 1975 - Tudo Era Permitido

de Pedro Prostes da Fonseca

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895762477
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 235 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789895762477

SOBRE O AUTOR

Pedro Prostes da Fonseca

Pedro Prostes da Fonseca nasceu em Lisboa, em 1962, e iniciou-se no jornalismo em 1988, na agência Lusa, depois de vários anos como documentalista. Entre passagens por vários jornais e revistas, colaborou no Expresso e foi coordenador no semanário Sol. Publicou A Porta para a Liberdade (2014), O Assassino de Catarina Eufémia (2015), Contra as Ordens de Salazar (2016) e Sangue, Suor e Lágrimas (2016) pela editora Matéria-Prima, Dona Branca – A Verdadeira História da Banqueira do Povo (Dream Editora, 2017), Ziguezagues na Política (Desassossego, 2018), Os Maiores Sobressaltos em Portugal (Oficina do Livro, 2019), Incorrigível – A História Desconhecida de Carlos Rates (Ponto de Fuga, 2021), e Vida de Prisão (2018) e Dependência Digital (2024) pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Pela Guerra e Paz, publicou Os Putos do PREC.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU