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Un Hijo De Nuestro Tiempo

de Ödön von Horváth
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: NORDICA LIBROS, fevereiro de 2020 ‧
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Cuando los nazis llegaron al poder, en febrero de 1933, registraron la casa de los padres de Horváth en Murnau y el escritor fue amenazado públicamente en el V"lkischer Beobachter. Ese mismo año sus obras fueron quemadas en público por los nacionalsocialistas.Horváth se convierte con esta novela en fiel cronista de «su tiempo», capaz de reproducir los usos del lenguaje fascista tanto a nivel militar como civil y de mostrarnos a través de ellos cómo el individuo de a pie adopta sin más los tonos por los que ya se ha dejado seducir. Si en Juventud sin Dios el maestro tenía una sensación ambivalente respecto a ello, el soldado de Un hijo de nuestro tiempo está entusiasmado con los usos del Estado fascista y habla siguiendo el modelo ideal de lenguaje tipificado por los nacionalsocialistas.

Un Hijo De Nuestro Tiempo

de Ödön von Horváth

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418067211
Editor: NORDICA LIBROS
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 196
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788418067211

SOBRE O AUTOR

Ödön von Horváth

Ödön von Horváth nasceu a 9 Dezembro de 1901 em Sušak, Rijeka, no Império Austro-Hungaro, atualmente Croácia. Dramaturgo e romancista. Frequentou a escola primária em Budapeste e o liceu em Bratislava e Viena. Começou a escrever, ainda estudante, em 1920. Desistiu da universidade antes de terminar o curso, em 1922, e mudou-se para Berlim. É aí que começa a escrever as suas «comédias populares». Recebeu o Prémio Kleist em 1931. Voltou a Viena em 1933. Em 1938 emigrou para Paris, onde viria a morrer a 1 de Junho, atingido pelo ramo de uma árvore durante uma tempestade, nos Campos Elísios. Ironicamente, uns dias antes, teria dito a um amigo: «Não tenho tanto medo dos nazis... Existem coisas piores de que podemos ter medo, coisas de que temos medo sem sabermos bem porquê. Por exemplo, tenho medo de ruas. As ruas podem ser hostis para uma pessoa, podem-nos destruir. As ruas assustam-me.» A sua obra viria a ser redescoberta nos anos 70 do século passado.

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