SINOPSE
CRÍTICAS
Paulo Rangel traz à política algo que muita falta nos faz: cultura. Não o vejo limitar-se ao raciocínio táctico ou à maledicência partidária, muito menos à exibição satisfeita da sua vaidade. Escreve sem clichés nem lugares comuns, bateria obrigatória da maior parte das intervenções públicas dos nossos políticos. Fala sem recorrer a frases feitas e a fórmulas inventadas para a televisão, ingredientes indispensáveis para a expressão dos políticos medíocres que abundam em Portugal e na Europa. Ora, o problema não é só de estilo ou de “letras”. Quem assim fala e escreve é porque pensa assim. A experiência académica de Rangel é visível no modo como argumenta e discute. Noto até, suprema raridade, a revelação de dúvidas, mesmo quando defende as suas causas. Sabemos que a tradição política é a da afirmação, mas também é conhecido que essa está ao alcance de todos, enquanto a exibição da dúvida não. Pensar faz tanta falta à política como a qualquer outra actividade. E Rangel gosta de o fazer. António Barreto
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789728758769 |
| Editor: | Edições Tenacitas |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2010 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 231 x 23 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 342 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
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| EAN: | 9789728758769 |