Um Tributo a Monchique
Editor:
On y va, setembro de 2022 ‧
ver detalhes do produto
13,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
UjFKaU56QkJVVmxJUjNSc1RVZENlRlpzZVU1M2JtUk9hVzVuU1ZwMUswMXlWSGc0ZWtKeGJGcDJVRFF4VW0xVVdrRkthRFJ5WTBaMWEyeDZjMHBDYjB4NWVUbHpkMDh6TlhsSlYwNVpWRWhrZFZGcWRqUlpTbkZ5TmsxMlkzcHpXRXgyVFRVd1VsUk5jblkwVkM5VVFtMTRWbmhCU1VWUlVVSm1kMEZCUWt4MGFrMUZVR1p1TDJVNFVFVklabEZTVVZaNmEyUmFWakYyUzFwR1pXVnZPRlZrVmxCc1NFOTBOazgxZG5CWVFtNXZjR2RoTVdSMGNHOUpOR3N6UTNWeVVFWjNWV1Z0YVVsU2QyNHpUbWhYYmtSVFdVWm5iMHRYVmxORmFXMW9kelJpWWxobFJVWXdZemxNWmxNMlJYcEZMemhzU0hJNFUwSjZSblpwVTFCaVJrbGFlV2hGT1dSdEsxbGpRblpXWTNSa1RFUlVjaXRWY2xJelNrMU1lRmxpSzFKS1VIVk9PVzF2TW5aa2MyNWxRbWhoY1hCbkswaENlblZoYVZwNWVHMUhWR0pGVjBkNVlqRnNUazFWUTNkeVJ6SkZkWGhYS3pBeVdFVlJWRTlHYkZWNVJVZFZhRkZaT0cxNE5EVnRWVWRMTnpSS1ZGZEJRM2xsY2pRNVVGQlpTRWd5YVV4eWJrMHpUa1owVFUxUVlqQnRXVlp3TlVwWk9WSnlRbVp0VGk4NU9VMW1SV05LTUd4VWNtNXBRa3cyS3pCblFsRmFiblkzT0VKU1MyTjFTV014VTBOYU1GTnJWVnBUVkdaWVZsQXJSVVpYY0ZoYVVYRjRkVkF6WkhCTFZYTTVjWEpPVkdsWmRIbGhLM3B2UlVKSVIyNXlkVVpNVHl0TmJrRlNXakJCWWxsQlIwRTRSWGhMV0ZScE9URktaVlV2YlN0VGNsUlhSbGxNUTFwSWRVRnZRa1EyU2pjM1prZHFSMkZGUmxrMFNXWmxkbGhUYVdaMGFYZG5TekF2ZFU1blprMWxSRmRhSzJwalpHazJNVGRvTjNwaldsbHhkemxDSzBOU1JFOHJVM05OYjA0d1kyOHhWakF5Wm5wNlQzRTFRbEZVY1ZsWWJHMXFlako2WTBsV1kxSmhLM2gyUjA5bGNqRnNURkV2V2pRNVEyOUliVGhsYzFZMFUyZzJUMmRYWWs1Skt6ZzFXVTk0VUdOb0szUm1NR3hHZDFvM2EzSjZPR3hFV21KR1N6UTNNWFZqT1d4MWNEUjZWakp6U0hGcVlrOVhiMVV5U1VkWFMxQktWVGhpUWpSbU9EaEtNamM0UFE9PTpic0ErbWw3S1E0c2lwNi9ub3YxdFZ3PT0=
EM STOCK
-
SINOPSE
Um livro de poesia que, conforme assinala o autor, Paulo Rosa, «é o resultado de um esforço baseado na consciência do dever de ajudar a preservar os termos, conceitos, modos de fazer, situações e personagens do teatro da vida local que a decorrência do tempo e a mudança dos hábitos, valores e paradigmas ameaçam riscar da memória». E que é, ao mesmo tempo, uma homenagem à sua terra, Monchique, bem no sul de Portugal. À terra das suas raízes.
Num texto sobre Um Tributo a Monchique, começa por dizer-nos: «O ovo. O ninho. O útero. O colo. O regaço. O aconchego. A raiz. A primeira coisa que as plantas ganham são as raízes e a última que perdem são igualmente as raízes. Também os animais e essencialmente o Homem, mesmo que o queira, não se pode despojar das raízes. Transportamo-las aos ombros do espírito, para o bem e para o mal. Em regra, de forma carinhosa./ Porque nesse início, quando éramos completamente dependentes, houve algo ou alguém que nos deu o amparo sufi¬ciente para sobrevivermos e ganharmos autonomia. Ficamos presos por laços emocionais, quais raízes, que nos mostram em cada momento onde pertencemos. Este conjunto de poemas é apenas um olhar, algo deslumbrado, sobre esse lugar primordial.»
Num texto sobre Um Tributo a Monchique, começa por dizer-nos: «O ovo. O ninho. O útero. O colo. O regaço. O aconchego. A raiz. A primeira coisa que as plantas ganham são as raízes e a última que perdem são igualmente as raízes. Também os animais e essencialmente o Homem, mesmo que o queira, não se pode despojar das raízes. Transportamo-las aos ombros do espírito, para o bem e para o mal. Em regra, de forma carinhosa./ Porque nesse início, quando éramos completamente dependentes, houve algo ou alguém que nos deu o amparo sufi¬ciente para sobrevivermos e ganharmos autonomia. Ficamos presos por laços emocionais, quais raízes, que nos mostram em cada momento onde pertencemos. Este conjunto de poemas é apenas um olhar, algo deslumbrado, sobre esse lugar primordial.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895341382 |
| Editor: | On y va |
| Data de Lançamento: | setembro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 131 x 200 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 84 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789895341382 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Arestas10%On y va12,00€ 10% CARTÃO
-
Insolúvel Flautim10%On y va13,00€ 10% CARTÃO