Um Retiro Na Montanha

de Telmo Ferraz
Editor: Edições Tenacitas, setembro de 2016 ‧
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Este livro é um homem em diálogo com a sua verdade; despojado, não empurra portas fechadas, não força, não exige, aceita, contempla, extasia-se, celebra a sua fragilidade; íntimo da Vida que o chamou à Vida, longe do olhar dos outros, não foge, não se isola, apenas se retira, mas como quem se afasta para ver melhor e para mais próximo ouvir o coração das coisas e do mundo.
O autor, Pe. Telmo Ferraz, é uma das grandes personalidades da Igreja portuguesa, que se dedicou à formação de sucessivas gerações de jovens de risco em Angola, em condições históricas especialmente difíceis

Um Retiro Na Montanha

de Telmo Ferraz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898665263
Editor: Edições Tenacitas
Data de Lançamento: setembro de 2016
Dimensões: 137 x 208 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 126
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789898665263

SOBRE O AUTOR

Telmo Ferraz

José Telmo Ferraz é padre e nascido (25.11.1925) em Bruçó, concelho de Mogadouro. Foi pároco na freguesia de Genísio (1951-1953) e depois nas de Vila Chã e Picote (1953-1956), ao tempo em que começava a ser construída uma barragem, passando depois para Miranda do Douro (1956) quando também aí começaram a construir a barragem. Depois seguiu para Angola (1959), quando começa a ser construída a barragem de Cambambe, voltando a Portugal depois de terminada a obra (Natal de 1962). Passado pouco tempo volta a Angola (1963), já na obra da Casa do Gaiato, criando a Casa de Malange, onde se mantém até 1975. Em 1980 é eleito principal responsável da Casa do Gaiato, voltando a Portugal e continuando a dar o seu trabalho à mesma obra. Pela construção da barragem, Picote e as terras em volta converteram-se na meca de todos os deserdados e desprotegidos na procura de trabalho, sem família, sem abrigo, sem dinheiro, sem roupa, cansados das distâncias e os longos caminhos percorridos. A todos o padre Telmo recebeu e ajudou, incentivando-os a conseguir o seu abrigo e ajudando-os a encontrar trabalho. Em Miranda do Douro continuou o mesmo trabalho. Desse período vem o seu livro de poemas O Lodo e as Estrelas (1960, edição de autor), onde mostra as marcas que lhe deixou na alma tudo o que se passava ao seu redor. O livro foi retirado do mercado pela censura do regime de Salazar. Foi publicada uma 2.ª edição em 1975 e uma 3.ª em 1985, pela Casa do Gaiato. Nunca deixou de escrever poemas, no jornal O Gaiato, sempre com a mesma sensibilidade e beleza.

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