Um Astro Aceso no Ventre
Editor:
Editora Labirinto, março de 2026 ‧
ver detalhes do produto
11,25€
10% DESCONTO
IMEDIATO
TTBoRmNsWlljRk5qWTJKWmFEUnhSVGRTTmxGT2NqUnBhSE5qVm5ZeWNGQXZLM0pWYmxWUlFrWnpWMVp3ZDNWamVFcFBSalI1T1ZKaVZYQXhNVEpPYlU5VlozbHhiRkZ4YVRWbmNYTnpjRGhWVDFwVmVFMVJSMmRSWkV0cWRYWXhTaTk2VTJWNmR6VjRVVkV3UTB0clQyRlFjekZDZFVoMmExZHRUVEJhY2xSdFMxZGFXblZYYjJSTldUQndXVTVpVXpkR0szZFVWRmhHZEVwMVRIaE5VR04xVWl0VlpUWmlSV0phWVdaV2NFNXFSRUl2Y205eU5rZ3pZWFJ0TTFSVVJHaDFTRk5QTjFCWlExaElSMUZHWTNwRlMyZHJRazh6VFhWU1NqaDRVRU5SWVhWblUxQkxiR1l6YkhoMWMxTXlPRFJ5ZHpscGMwSlVaM1paU0RKdVNHbExlbEkwVVhRM2VqUndhRzltWVRCbWNIcFlSamxJSzIwM1NqRkNUMnRDUm5OM1lsWjFVVVJ2TmsxcE5UUkZjamxpUVV0T05VOVJibFpCYlZWaWExaEpiVUZaYkRNM2RVMW9ObE5GWVVzMk16RjZUR05PZDNkUlJWVkdWSEl6WVZGVGJucGxaVFowWkdwWFVuVkpPVTE1YzJwSVlrbGhRV1F2UVdGeFNsWnBjeXR3WW5rNU1Ha3ZRbHAwSzJ0TFJ6YzFRMVpIZEZSRFFVdERZbUZqWm1WQmJEZ3hhVGhxWm1aRWRqaHFRbWxwTWtJelRVZEVVVUZEYm1SMlMwbFJjRll5UVRVdkwwVmFhV1oxU2tFNFVXUXpSMWhMVEZKV2RWZ3lORVJJVmk5Q00yUXhTVUp4VW1GTFVqWkZlbUpuVTI5RU1tdFBPSEExVDBsNWRsRkVObGN6VFVGSlVrbDRhRWxNZVZOdGRIVnROM0F5Y2xCTWVYTnNkVmhLZDB4QmVtbG5iMVJVY0ZKQ1ZDdG5lbVV6UlVKWWFIRlJXazE0WlhnemFtUmFVM0Y2OmZIVUh0MzhZYjJTMWt0N1hpRHNxOXc9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
Do ensaio de abertura:
«A Viagem e a Claridade na Poesia de Maria José Quintela
(…)
O novo livro de Maria José Quintela (Um Astro Aceso no Ventre) não só mantém as inquietações temático-poéticas dos livros que o precederam, como respeita a não obediência formal aos trabalhos anteriores desta autora: aqui, estamos perante cinquenta textos cuja poeticidade se entrecruza com um cismar, cujas imagens apresentam assumidamente um pendor introspetivo, existencial e, até mesmo, ontológico.
Creio poder iniciar a minha leitura da presente obra através de três ideias fundamentais: um, o seu título, que não me parece circunstancial (Um Astro Aceso no Ventre) remete-nos de imediato para o conceito de umbigo do mundo intrínseco ao Pensamento Mítico e que na Mitologia Grega tinha uma explicitação clara: Zeus envia duas águias com o intuito de apreender o centro do mundo, o seu núcleo geográfico e espiritual: as duas águias cruzam-se em Delfos, cujo oráculo passaria a estar, durante séculos, aceso no ventre da Hélade; dois, o propósito deste livro coincide, quanto a mim, com aquilo que é avançado por Gabriel Marcel na sua obra maior: " Mas é a alma, especificamente, que é uma viajante, é da alma, e apenas dela, que convém dizer-se, que ser é estar em viagem" (In Homo Viator, s/c, Aubier - Édition Montaigne, 1963, p 10); três, a dicotomia poesia/prosa: Aristóteles, na sua Poética, é perentório: nem todos os poemas são poesia, e dá como exemplos a produção dos Trágicos e o Poema de Parménides, ora, extrapolo eu, essa mesma poesia poderá, então, assumir a forma da prosa, ou seja, textos onde ao verso suceda a linha, e que, não sendo mera prosa poética, é poesia em forma de prosa, onde a essencialidade da Função Poética é iniludível e determinante - é este o caminho de Maria José Quintela neste seu novo livro.
(…)»
Víctor Oliveira Mateus
«A Viagem e a Claridade na Poesia de Maria José Quintela
(…)
O novo livro de Maria José Quintela (Um Astro Aceso no Ventre) não só mantém as inquietações temático-poéticas dos livros que o precederam, como respeita a não obediência formal aos trabalhos anteriores desta autora: aqui, estamos perante cinquenta textos cuja poeticidade se entrecruza com um cismar, cujas imagens apresentam assumidamente um pendor introspetivo, existencial e, até mesmo, ontológico.
Creio poder iniciar a minha leitura da presente obra através de três ideias fundamentais: um, o seu título, que não me parece circunstancial (Um Astro Aceso no Ventre) remete-nos de imediato para o conceito de umbigo do mundo intrínseco ao Pensamento Mítico e que na Mitologia Grega tinha uma explicitação clara: Zeus envia duas águias com o intuito de apreender o centro do mundo, o seu núcleo geográfico e espiritual: as duas águias cruzam-se em Delfos, cujo oráculo passaria a estar, durante séculos, aceso no ventre da Hélade; dois, o propósito deste livro coincide, quanto a mim, com aquilo que é avançado por Gabriel Marcel na sua obra maior: " Mas é a alma, especificamente, que é uma viajante, é da alma, e apenas dela, que convém dizer-se, que ser é estar em viagem" (In Homo Viator, s/c, Aubier - Édition Montaigne, 1963, p 10); três, a dicotomia poesia/prosa: Aristóteles, na sua Poética, é perentório: nem todos os poemas são poesia, e dá como exemplos a produção dos Trágicos e o Poema de Parménides, ora, extrapolo eu, essa mesma poesia poderá, então, assumir a forma da prosa, ou seja, textos onde ao verso suceda a linha, e que, não sendo mera prosa poética, é poesia em forma de prosa, onde a essencialidade da Função Poética é iniludível e determinante - é este o caminho de Maria José Quintela neste seu novo livro.
(…)»
Víctor Oliveira Mateus
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893650523 |
| Editor: | Editora Labirinto |
| Data de Lançamento: | março de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 136 x 198 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 134 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789893650523 |