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Um Ano Atarefado

de Leo Lionni
Editor: Kalandraka, abril de 2025 ‧
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No primeiro dia de janeiro, Artur e Alice, dois ratinhos gémeos, travam uma bonita amizade com uma árvore falante chamada Flora.

Ao longo de um ano, mês após mês, eles vão acompanhando as mudanças da sua nova amiga, ora carregada de flores na primavera e de frutos no verão, ora coberta de folhas coloridas no outono, mas completamente despida no inverno.

Com o passar do tempo, medra entre todos uma verdadeira relação de apego, respeito e interajuda, pois tanto os ratinhos correm em auxílio de Flora quando a veem ameaçada pelos incêndios da estação quente, como ela lhes oferece os seus perfumados e sumarentos frutos de setembro.

No característico estilo de Leo Lionni, «Um ano atarefado» abre-se como um convite à contemplação da passagem do tempo e à observação do ciclo das estações.

Um clássico intemporal, perfeito para todos os leitores, que põe em destaque alguns dos temas patentes noutros álbuns: o valor da amizade, a aprendizagem com o outro, a gentileza ou o apoio mútuo.

Um Ano Atarefado

de Leo Lionni

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897491948
Editor: Kalandraka
Data de Lançamento: abril de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 304 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (até 6 anos)
EAN: 9789897491948
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 3

SOBRE O AUTOR

Leo Lionni

(Amesterdão, Holanda, 1910 - Toscânia, Itália, 1999) Leo Lionni cresceu num ambiente artístico – a sua mãe tinha sido cantora de ópera e o seu tio Piet um grande apaixonado pela pintura – e desde muito jovem que soube que seria esse o seu destino. Porém, a sua formação não foi artística, uma vez que se doutorou em Economia. Em 1931 instalou-se em Milão e entrou em contacto com o design gráfico. Quando se mudou para os EUA em 1939, trabalhou numa agência de publicidade de Filadélfia, na Corporação Olivetti e na revista Fortune. Simultaneamente, também ia crescendo a sua fama como artista e os seus quadros eram expostos nas melhores galerias, dos Estados Unidos ao Japão. Como ele próprio chegou a dizer: «De algum modo, em algum lugar, a arte expressa sempre os sentimentos da infância.» O seu primeiro livro para crianças só veio a lume em 1959 e surgiu quase por casualidade: durante uma viagem de comboio ocorreu-lhe entreter os netos com um conto feito à base de pedaços de papel de seda. Nasceu assim o "Pequeno Azul e Pequeno Amarelo", a que se seguiram mais de 40 títulos aclamados por todo o mundo pela crítica especializada. Pelos seus méritos como ilustrador, pintor, escultor e designer recebeu em 1984 a Medalha de Ouro do Instituto Americano de Artes Gráficas.

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