Tudo, a Toda a Hora, em Todo o Lado
Como nos tornámos pós-modernos
Editor:
Livros Zigurate, agosto de 2024 ‧
ver detalhes do produto
21,78€
10% DESCONTO
IMEDIATO
YkZvM2VuZExOekY2TVRsbWRXaFdURTVKTlRaUk1XUlNUbFpTYjFOemVscGpPVmh1WTBWM05rUkplRUowUVdkS09IcHFOMlZVTkZSbFYxVkRSVnA0YVhoSldUWkVXVTlJZVVOSlIwMVBVM0YyU0VsUWRFWlJiVTVCZEVnNE1HSllWWEIyWkcxeFJrbEdibWwwUmtGUlozSlBZM2hRTkZwWGJHTnpWekZNUlRGclV6UnJSbHBrUjNCeU1XWjRZeTl4T0RSSk1GZG9TM05JUVhkcFZEZExWazlaVlhkRVJGbHViVk4zVUhjMldVdEVTR1kxWVhoUWVGRmtjMjFJZDBrck15dDBjMEkzTUc1RWFHMUZaMFIyUmpKQ1FUUk9OMVJNVUM5WWJHWkdVa3BoVVd0eWRqQTJTa1p0VGxKNlF5dFVWRWhWVlZnMGVXVjRUR0ZLVVZORU1FeHpZbkZpUWxoell6QkZZbXRxZWxOeWVuQXhXSFZ4TUZSc2EyRkVVbnBtTTBKTk1DODNaVmcwTm5WNGJGQjVOalpZU0hWdlJIQllVR2czYW5CVlQycEVWMUpMYkVSQlJVbHdUbmRwVldOU1MyWlZaakp6YldvelpHa3ZLMU41ZFZwVVVIRkRaV05KUkVvMGNqWjZaMkZNYUhFemFpdHdjM05KTmxaaGRFbHZMMkZzTlRObEwxWTBNRkZsZEc1b1pWZExaVXRFWlZoTlEwdEhRUzkzVTBadFdHWmFLekpZTVROTllsVjZLMmxRT0dzeUwwUnJaekZMTTFka1ZEVTVZWEphU21adVJXMUViRVJZVFZoQ1VGWkxSelJETVhkaWMzSXZZbHB3UVRSaE4wdGFkRk5YU2tVdlQxbERMMXB6UmxVd1VUTkpOR1ZOUVdreVZrMDJURko1YVdSM2QyTlZjV2xFTUZRMllVTldUVWRQUkM5T1dtdHFSREZ5VmtKMVlsVmtWelZHY2pOVmMxTkVkVEIwV0V4Mk5YQkVhRWhuUVVobE4xbGlOVmhhVjB0QlNGVkdSVGhtTTBOemREbHJlR1YyVEZSa2R6MDk6NG16aFhBOXp5aWJHd1BpcEtkTDdZQT09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
As noções de verdade, identidade e realidade entraram em crise no último meio século. O pensamento pós-moderno, que nasceu com intuitos subversivos, acabou cooptado pelo capitalismo neo-liberal. Tornámo-nos consumidores, mais do que cidadãos. Esta é, pois, a história de uma ideia perigosa.
A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado.
Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada «pós-verdade».
A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado.
Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada «pós-verdade».
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893547885 |
| Editor: | Livros Zigurate |
| Data de Lançamento: | agosto de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 129 x 230 x 26 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 392 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789893547885 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Tudo e nada ao mesmo tempo!
Gonçalo Gomes
Uma abordagem simultaneamente cultural, histórica e filosófica ao pós-modernismo, e à vacuidade que o seu núcleo conceptual pressupõe, estabelecendo no entanto pontes - aparentemente - improváveis com outras correntes de pensamento, como por exemplo... o neo-liberalismo!
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%O Pão dos DeusesTalento Intemporal17,96€
19,95€portes grátis -
10%Robôs Sexuais e Carne VeganaLivros Zigurate19,62€
21,80€portes grátis