Trinta árvores

em discurso directo

de António Bagão Félix

editor: Sextante Editora (chancela), março de 2013
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Este livro é um preito singelo de quem vê nas árvores um código universal de respeito pela vida e nelas encontra civilidade, paz, ágape, sensualidade. Escolhi trinta delas e convidei-as, com a minha ajuda, a apresentarem-se ao leitor.

Com alforria, sem constrangimentos, cada uma delas descreve-se na forma, na essência e nas circunstâncias. E revela-se nas envolventes respeitantes à sua família botânica, mas igualmente em pinceladas da sua relação com a cultura popular, a arte nas suas diferentes expressões, a poesia e a literatura, as religiões e as tradições, a toponímia e a onomástica, a história e outras abordagens. Porque, afinal, a vida é tudo isto, mesmo para uma árvore.

Trinta árvores

em discurso directo

de António Bagão Félix

Propriedade Descrição
ISBN: 978-989-676-162-2
Editor: Sextante Editora (chancela)
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Exatas e Naturais > Botânica
EAN: 978989676162213
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e E

Um pouco de pieguice numa obra muito cuidada

AC

Começando pelos aspetos negativos, o que mais me incomodou foi o tom paternalista e algo infantil associado ao discurso direto em que o autor se assume como a árvore visada. Achei-o algo piegas e desajustado do porte poderoso e maduro de algumas das espécies abordadas. Também senti a falta de imagens reais em tamanho apropriado. As ilustrações são lindas, realço, mas, terminado o livro, continuo sem conseguir identificar a maioria das árvores porque não encontrei detalhe suficiente nas imagens para lhes poder reconhecer o estilo, o tronco e a folha. Terá sido uma opção editorial, mas, se a ideia-mãe era valorizar o património arbóreo, o livro peca pela falta de imagens em dimensão e resolução suficientes para permitir identificar com rigor as arvores com que nos deparamos no quotidiano. Aspetos positivos: o livro é uma edição esteticamente muito cuidada, em papel premium, e está cheio de curiosidades até aqui insuspeitas para os menos conhecedores. É uma excelente aquisição para quem apreciar botânica e natureza, seja para ler na íntegra ou para folhear ocasionalmente como livro de consulta.

e e e e E

é pena...

aurélio mesquita

livro que se torna interessante pela quantidade de informação que acompanha cada árvore/personagem. observar uma das 'árvores' descritas e ler as páginas referentes é uma forma de aprender. recomenda-se aos ecologistas. com bons textos, boas referências, boas ilustrações a preto, mas fotografias muito pequenas, más ilustrações a cores sendo dispensáveis. é pena... que o livro agora comprado não seja igual à primeira edição!!! capa diferente para pior, pior papel, 'toque' diferente. um pouco gato por lebre, admira-me porto editora produzir isto. aurélio mesquita

e e e e e

As árvores na primeira pessoa

Mariana Nogueira

Livro fantástico, com ilustrações admiráveis! Enquanto arquitecta paisagista permitiu-me aprofundar ainda mais a minha relação com as espécies vegetais presentes, não só pelas características botânicas mas também pelas imensas singularidades e curiosidades com que me deparei. Excelente sentido de humor!

e e e e E

E se as árvores falassem?

Ana Isabel Pinto

Já sabia muito sobre árvores, aprendi mais. Uma abordagem diferente, as árvores na "1ª pessoa", úteis e bonitas ilustrações. Enriqueceu bastante a minha biblioteca sobre jardinagem e Natureza.

e e e e e

Trinta árvores

Bruno Cardoso

Uma visão diferente da botânica, com uma excelente recolha bibliográfica e óptimas ilustrações.

e e e e E

trinta árvores...

Gonçalo Calheiros

Muito interessante, didáctico e de fácil leitura

António Bagão Félix

António Bagão Félix nasceu em Ílhavo em 1948. Economista, é atualmente Professor Catedrático convidado na Universidade Lusíada. Ministro e Secretário de Estado em vários governos do Portugal democrático nas áreas das Finanças, da Segurança Social, do Trabalho e do Emprego. Desempenhou também múltiplos cargos em instituições, tendo sido, nomeadamente, vice-governador do Banco de Portugal, administrador nas áreas da banca e dos seguros, Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz e membro de órgãos sociais de várias instituições de solidariedade social. Tem publicados muitos trabalhos e reflexões de âmbito técnico, profissional e religioso e é também autor de Do lado de cá, ao deus-dará, editado em 2002 pela editora Sopa de Letras.
Pela Sextante Editora publicou O Cacto e a Rosa (2010) e Trinta Árvores (2016).

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