adicionar à lista de desejos
Natureza de Poesia
Editor:
Blue Book, setembro de 2022 ‧
ver detalhes do produto
11,90€
30% DESCONTO
IMEDIATO
ZFc1UGRIRmpkRWRETkc1QlUxZ3JRa1pNUXpOS1NEQkxjVXQ0Ymxsck5XVTFkREJHY2xGQlIwRjBhRlpJYmxWQlYweEJXVlI0Y1dzd0wzQXdSM05RVjJNMVJEbEVMMWh6VXpZclpXWjFiVTFCV1RkeGNYVlVVMUpqUkNzNGIzWkhWRGMxWVVwb2VVOU9kMmMzUm0xUGJVdGxWRzQ0YTFOVEwxWkphbG96ZGtSUWVVNVdiWGxhZUV4b2RVRnVXSE5WVUVOemNXNXFPU3RpTkRSaEx5dEtUVmR1WTNodmRVMU1aamc1YURCWFlqVkdLMVJRT0hWUWJrRldaMGhhUVVST1pqQnpSbThyWldGWloxSXpkbE55ZEhCMWVUWnNWalZKWW5WQmQxUXdZVTl2WkVkdE9FazFlbGsyTkU0dlVXRkdXRTVXWVZSNWFXVnNUSFZrU1ZwU1RtWmFiR1l6Y1V0clNWVnBiVkZMZHpkdlEzZzJhblpKT0d3clJuQnljek0yVVdjNVZHdGxRV1ZFUjFOYVNESkxORmhrUmxaWFFtRlpWRWRzU1hWSVpqQmtjMEpvV1VNd2FUUk9XVU5aU0VkbWJVdGxPSEJLUVRsRFkyeGhSREZYZWpWR09EaHlWMVpyZURGTE5VZ3JOWFJWYkdWdmJVbDFiaXRDUVdaSE9XdFVlRWh4TkRCdmVtTkJlVFZMTkhsQk5rd3ZaVFJqWTFSMGNHVmlSa0V3TkZWcFVVczJSelpKT0dKTWNtWlRZaTlXYlhWaWFYaFhjbXRxSzFSVVdGZFBMemRLTTJRNVFuQTNja2RqV2t4cU1taHJaWGs0ZG5WdE1YWlBhVU5UYml0NWEzRTBiV1paZW5FdlZFMVpVSFE0V1V0dFZtcHRWbmhyUVZkeFJrdDZOblUzYjBOS1J6Z3lOazFLYTI1SlNDdGpPSFp0ZFRGVVNrbGtaWG8zVVU1dGJYTm5ZWGd5VFRkWmNuQlBOMjAxVEhvemNWQm1aR0ZDUWxSbmMxUlBTbTlMVHpaYU0zQTVjMWR3TXpSWU5sTXpVbmRwYUhoblVUMDk6QzF2WmloQ1F3dm0rMEZ1d0YxelM3dz09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
«Uma explicação
Há uns poucos meses, a Ana Paula e eu encontrámo-nos numa rotunda. De palavras, sem semáforos. Ela, com dezoito delicados e sensíveis poemas que havia escrito; eu, com uns apontamentos em prosa, que serviram de apoio a uma participação num colóquio na Universidade do Porto.
Em estimulante troca de ideias, achámos que poderíamos juntar as palavras. A Ana Paula desafiou-me para que, com base nos meus apontamentos, associasse um texto a cada um dos seus poemas. Lembrei-me, então, do que Mia Couto disse, com sageza, sobre a poesia: "é um modo de ler o mundo e escrever nele um outro mundo". Daí, mãos à obra, que é como quem diz ao teclado do computador. Com base nos poemas, escrevi sobre o meu sentir de um outro mundo que também é o mundo: o arbóreo. Convidei uma hipotética árvore e pu-la a testemunhar o seu percurso de existência, entre versos da nossa natureza.
Assim, nasceram dezoito pares poema-texto, ordenados segundo uma perceptível sequência da vida, nas suas multifacetadas e quase paradoxais abordagens humana, botânica, ética, estética e afectiva. Por outras palavras, lançámos uma sementeira onde germinassem palavras de respostas a pontos de interrogação, numa conjugação entre a realidade ficcionada e a ficção realizada.
Achámos que este conjunto de uma poesia humana e de uma prosa botânica poderia ser interessante, por via de uma interacção entre nós e a natureza de que também fazemos parte, ou seja, da nossa casa comum. Procurámos fazê-lo com abertura ao futuro, delicadeza e sensibilidade, quiçá atrevimento.
Depois, surgiu a ideia de publicar estes textos, ainda que com características editoriais não padronizadas. Às palavras juntámos sensíveis cianotipias de Nuno Abelho. E, assim, chegámos a uma topiária poética, talhando azevinhos de adjectivos, loureiros de verbos, madressilvas de substantivos e hibiscos de cianotipias.
E assim se fez este livrinho, com dezoito entradas e outras tantas janelas. Para o mundo contido no Mundo. Ou, como a Ana Paula diz num dos seus poemas, para "ver o mundo a rodar / vivo, animado, colorido /com significado".»
António Bagão Félix em Abril de 2022
Há uns poucos meses, a Ana Paula e eu encontrámo-nos numa rotunda. De palavras, sem semáforos. Ela, com dezoito delicados e sensíveis poemas que havia escrito; eu, com uns apontamentos em prosa, que serviram de apoio a uma participação num colóquio na Universidade do Porto.
Em estimulante troca de ideias, achámos que poderíamos juntar as palavras. A Ana Paula desafiou-me para que, com base nos meus apontamentos, associasse um texto a cada um dos seus poemas. Lembrei-me, então, do que Mia Couto disse, com sageza, sobre a poesia: "é um modo de ler o mundo e escrever nele um outro mundo". Daí, mãos à obra, que é como quem diz ao teclado do computador. Com base nos poemas, escrevi sobre o meu sentir de um outro mundo que também é o mundo: o arbóreo. Convidei uma hipotética árvore e pu-la a testemunhar o seu percurso de existência, entre versos da nossa natureza.
Assim, nasceram dezoito pares poema-texto, ordenados segundo uma perceptível sequência da vida, nas suas multifacetadas e quase paradoxais abordagens humana, botânica, ética, estética e afectiva. Por outras palavras, lançámos uma sementeira onde germinassem palavras de respostas a pontos de interrogação, numa conjugação entre a realidade ficcionada e a ficção realizada.
Achámos que este conjunto de uma poesia humana e de uma prosa botânica poderia ser interessante, por via de uma interacção entre nós e a natureza de que também fazemos parte, ou seja, da nossa casa comum. Procurámos fazê-lo com abertura ao futuro, delicadeza e sensibilidade, quiçá atrevimento.
Depois, surgiu a ideia de publicar estes textos, ainda que com características editoriais não padronizadas. Às palavras juntámos sensíveis cianotipias de Nuno Abelho. E, assim, chegámos a uma topiária poética, talhando azevinhos de adjectivos, loureiros de verbos, madressilvas de substantivos e hibiscos de cianotipias.
E assim se fez este livrinho, com dezoito entradas e outras tantas janelas. Para o mundo contido no Mundo. Ou, como a Ana Paula diz num dos seus poemas, para "ver o mundo a rodar / vivo, animado, colorido /com significado".»
António Bagão Félix em Abril de 2022
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895320479 |
| Editor: | Blue Book |
| Data de Lançamento: | setembro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 126 x 181 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 51 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789895320479 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Ao Pé da Montanha, Mandam as PalavrasTomba Livros12,60€
14,00€ -
10%Memórias de um Eu Perdido no Fundo de MimMetáfora Editora10,80€
12,00€