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Tren Nocturno A Lisboa

de Pascal Mercier
idioma: espanhol
Editor: AUSTRAL, abril de 2014 ‧
13,20€
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Una mujer apoyada en la barandilla de un puente, una mañana en Berna, bajo una lluvia constante. Un libro, descubierto por azar, de un poeta portugués, Amadeu de Prado. Estos dos acontecimientos revolucionarán la vida del sabio y erudito profesor Raimund Gregorius. A mitad de una clase de latín, de repente se pone en pie y se marcha. Coge el primer tren nocturno a Lisboa, dándole la espalda a su existencia poco poética y sin saber qué le van a revelar la belleza de Lisboa y el libro de Amadeo. Fascinado por la manera profunda que tiene el texto de tratar el amor, la amistad, el coraje y la muerte, quiere saber quién era Amadeu de Prado: médico excepcional, poeta, militante comprometido con la Resistencia a Salazar, un orfebre de las palabras y un explorador de la vida. La búsqueda del escritor le lleva a conocer a personajes inolvidables que conocieron a Amadeu de Prado y a conocerse también a sí mismo.

Tren Nocturno A Lisboa

de Pascal Mercier

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494165931
Editor: AUSTRAL
Data de Lançamento: abril de 2014
Idioma: Espanhol
Dimensões: 124 x 189 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 528
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788494165931

SOBRE O AUTOR

Pascal Mercier

Pascal Mercier é o pseudónimo literário usado pelo filósofo Peter Bieri. Nasceu em Berna em 1944 até recentemente foi professor de Filosofia na Universidade de Berlim.

Filho da pequena burguesia, cedo decidiu que não queria para si o tipo de vida que os homens da casa levavam. O determinismo do almoço às 12h30 imposto pela fábrica fê-lo começar a reflectir sobre a condição humana com apenas 12 anos, altura em que iniciou a leitura da História das religiões. "Nunca mais almocei a horas certas", afirma agora.

Aos 45 anos escreveu o primeiro romance e depressa começou a "sentir-se em casa". De tal forma que agora passa sete horas a escrever e abandonou o ensino. "Enquanto professor receei colocar a minha reputação académica em causa quando comecei a escrever ficção. Precisava de me esconder atrás de pseudónimo para ter coragem de me libertar na escrita. Só sabia que queria um nome com sonoridade francesa mas que não fosse extravagante. É uma experiência fantástica escolher um outro nome porque o kitsch que há em nós surge no seu máximo. Os primeiros nomes que nos surgem são extraordinários."

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