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Train De Nuit Pour Lisbonne

de Pascal Mercier
idioma: francês
Editor: BUCHET CHASTEL, agosto de 2006 ‧
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Une femme penchée sur le parapet d'un pont, un soir à Berne, sous une pluie battante. Le livre, découvert par hasard, d'un poète portugais, Amadeu de Prado. Ces deux rencontres bouleversent la vie du sage et très érudit professeur Raimond Gregorius. Au milieu d'un cours de latin, soudain il se lève et s'en va. Il prend le premier train de nuit pour Lisbonne, tournant le dos à son existence antipoétique et sans savoir ce que vont lui révéler la beauté étrangère de Lisbonne et le livre d'Amadeu. Fasciné par les profondeurs que ce texte lui ouvre sur l'amour, l'amitié, le courage et la mort, il veut savoir qui était Amadeu de Prado : un médecin de génie, poète, militant engagé dans la Résistance contre la dictature de Salazar un maître à penser, un explorateur de la vie à la manière des anciens navigateurs portugais qui découvrirent le Nouveau Monde. L'enquête menée par Gregorius l'entraîne dans une ronde de personnages fortement dessinés qui ont connu Amadeu. Leurs témoignages convergent vers cet homme et cernent en même temps, comme par une série de cercles concentriques, la personnalité de Gregorius. Ce « thriller » d'une grande densité sensuelle et métaphysique est axé sur la recherche du « coupable » : Gregorius, piégé et libéré par la connaissance de soi.

Train De Nuit Pour Lisbonne

de Pascal Mercier

Propriedade Descrição
ISBN: 9782350040301
Editor: BUCHET CHASTEL
Data de Lançamento: agosto de 2006
Idioma: Francês
Páginas: 490
Tipo de produto: Livro
Coleção: Le Bonheur
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782350040301

SOBRE O AUTOR

Pascal Mercier

Pascal Mercier é o pseudónimo literário usado pelo filósofo Peter Bieri. Nasceu em Berna em 1944 até recentemente foi professor de Filosofia na Universidade de Berlim.

Filho da pequena burguesia, cedo decidiu que não queria para si o tipo de vida que os homens da casa levavam. O determinismo do almoço às 12h30 imposto pela fábrica fê-lo começar a reflectir sobre a condição humana com apenas 12 anos, altura em que iniciou a leitura da História das religiões. "Nunca mais almocei a horas certas", afirma agora.

Aos 45 anos escreveu o primeiro romance e depressa começou a "sentir-se em casa". De tal forma que agora passa sete horas a escrever e abandonou o ensino. "Enquanto professor receei colocar a minha reputação académica em causa quando comecei a escrever ficção. Precisava de me esconder atrás de pseudónimo para ter coragem de me libertar na escrita. Só sabia que queria um nome com sonoridade francesa mas que não fosse extravagante. É uma experiência fantástica escolher um outro nome porque o kitsch que há em nós surge no seu máximo. Os primeiros nomes que nos surgem são extraordinários."

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