Traições, Poder e Bastardos Reais
SINOPSE
Se houve filhos ilegítimos que permaneceram no anonimato, afastados da vida da Corte, remetidos à vida clerical, outros ganharam protagonismo junto dos seus pais, como Martim Sanches, o valente bastardo de D. Dinis, D. Jorge, bastardo de D. João II que viu a rainha D. Leonor negar-lhe o acesso ao trono, os conhecidos meninos da Palhavã, filhos de D. João V, rei que era frequentador assíduo do Convento de Odivelas, ou D. João, filho de D. Pedro I e D. Teresa Lourenço, o único ilegítimo que se tornou rei de Portugal. A história oficial nem sempre lhes dá o devido protagonismo.
Neste livro, as historiadoras Ana Cristina Pereira e Joana Pinheiro de Almeida contam-lhe as histórias das paixões reais e dos filhos naturais que delas nasceram e que se tornaram, pelo reconhecimento paterno, infantes de Portugal. Bastardos régios.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898871671 |
| Editor: | Manuscrito Editora |
| Data de Lançamento: | novembro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 233 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 200 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789898871671 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Quando realidade supera a ficção
Adriana
Uma história de traições, invejas, luta, poder e desilusão ou sucesso onde a realidade supera a ficçãp conforme comprova a excelente pesquisa das autoras.
Os filhos nos bastidores da vida real
Ana Pinto
Amantes e filhos bastardos faziam parte da vida de quase todos os reis, mais uma demonstração de poder real sobre tudo e todos. Para as senhoras escolhidas era uma honra muitas vezes bem recompensada. Amores para quem fazia casamentos meramente por razões de estratégia política. Mas pelo menos uma vez um bastardo "salvou a pátria".
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