Traga uma Orelha de Pedro Sanches
Editor:
Espaço Ulmeiro, março de 2019 ‧
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SINOPSE
"Senhor Matias, estou em sarilhos e preciso de documentos falsos para ir para o estrangeiro", disse eu.
"Sarilhos? Procurou a pessoa certa, forneço documentos, passa portes...", disse o pederasta com modos afetados e um sotaque afrancesado.
"Nunca matou ninguém? Nem mandou matar ninguém? (Pausa)
Estou a lembrar-me de um jovem, que já não vejo há muito tempo, que aprendeu a matar com o pai, o pai que oi meu colega na guerra. O difícil é a primeira vez..."
"E outa lição que lhe posso dar é a seguinte: aprendi que quando uma pessoa se torna herói para sempre, para a vida toda e mesmo depois de morrer não é esquecido.(Pausa) um ato de heroísmo, ás vezes um gesto inesperado ou fortuito e o sujeito torna-se um herói. A vida é assim."
"Eu sou apenas um sujeito que perdeu a inocência, mas sou competente naquilo que faço. A primeira pessoa que eu matei foi um dentista. (Pausa) Eu conto a história..." o assassino que não assassina é assassino " - puxou o corpo pelos pés para um canto do salão e cobriu-o com uma toalha que retirou da mesa das bebidas."
Ele não sabia que dera o último sorriso da sua vida. Voltou-se para se dirigir á bancada e arrumar os papeis.
Tirei a navalha do bolso, abria-a e encaminhe-me, devagar, na sua direção, pelas costas. Segurei-o pela testa e enterrei-lhe até ao undo o canivete no meio da garganta. Depois cortei de orelha a orelha com apenas um golpe.
" Quando você morre, não sabe que está morto. Quem sofre são os outros." É a mesma coisa quando você é idiota, disse Ricky Gervais, um autor de que gosto muito.(Pausa)
"Sarilhos? Procurou a pessoa certa, forneço documentos, passa portes...", disse o pederasta com modos afetados e um sotaque afrancesado.
"Nunca matou ninguém? Nem mandou matar ninguém? (Pausa)
Estou a lembrar-me de um jovem, que já não vejo há muito tempo, que aprendeu a matar com o pai, o pai que oi meu colega na guerra. O difícil é a primeira vez..."
"E outa lição que lhe posso dar é a seguinte: aprendi que quando uma pessoa se torna herói para sempre, para a vida toda e mesmo depois de morrer não é esquecido.(Pausa) um ato de heroísmo, ás vezes um gesto inesperado ou fortuito e o sujeito torna-se um herói. A vida é assim."
"Eu sou apenas um sujeito que perdeu a inocência, mas sou competente naquilo que faço. A primeira pessoa que eu matei foi um dentista. (Pausa) Eu conto a história..." o assassino que não assassina é assassino " - puxou o corpo pelos pés para um canto do salão e cobriu-o com uma toalha que retirou da mesa das bebidas."
Ele não sabia que dera o último sorriso da sua vida. Voltou-se para se dirigir á bancada e arrumar os papeis.
Tirei a navalha do bolso, abria-a e encaminhe-me, devagar, na sua direção, pelas costas. Segurei-o pela testa e enterrei-lhe até ao undo o canivete no meio da garganta. Depois cortei de orelha a orelha com apenas um golpe.
" Quando você morre, não sabe que está morto. Quem sofre são os outros." É a mesma coisa quando você é idiota, disse Ricky Gervais, um autor de que gosto muito.(Pausa)
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9782019020019 |
| Editor: | Espaço Ulmeiro |
| Data de Lançamento: | março de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 166 x 247 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 131 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9782019020019 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Boa leitura
Jaime Manuel Duarte Soares Cunha
Lê-se muito bem. Autor com escrita agradável.
Rego de Almeida como sempre
Carlos Bolacha
Uma história rebuscada, de um emigrante? um fugitivo? e quem será Pedro Sanches? Sem duvida interessante no seguimento de outros livros de Jacinto Rego de Almeida
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