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Toussaint Louverture

de Aimé Césaire
idioma: espanhol
Editor: VERSO LIBROS, outubro de 2024 ‧
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Cuando Toussaint Louverture irrumpió por primera vez en la escena histórica, muchos movimientos estaban en marcha: el movimiento blanco hacia la autonomía y la libertad comercial, el movimiento mulato hacia la igualdad social y el movimiento negro hacia la libertad. La intelectualidad burguesa surgida de la Revolución francesa se percató de que la libertad era indivisible: no se podía conceder la libertad a plantadores blancos y mantener a los negros en cárceles de esclavos. Se dieron cuenta de que para liberarse de la sociedad colonial era necesario liberar a todas las clases, y que para ello era necesario liberar Santo Domingo, ahora conocido como Haití, poniendo así en tela de juicio la existencia misma de la sociedad colonial. Las autoridades francesas lo concibieron como contrario a los intereses de Francia. Pero Louverture tomó al pie de la letra la Declaración de los Derechos del Hombre y convirtió a la población fragmentada en un movimiento popular para llevar a los marginados a la Revolución. De esta forma, Santo Domingo pasó a ser el primer país en plantear y resolver el gran problema del siglo XX: el problema colonial.

Toussaint Louverture

de Aimé Césaire

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419719317
Editor: VERSO LIBROS
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 147 x 227 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 306
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Memórias e Testemunhos
Livros em Espanhol > História > História em Geral
EAN: 9788419719317

SOBRE O AUTOR

Aimé Césaire

Aimé Césaire (1913¿2008) foi um escritor e político nascido na Martinica. Anticolonialista convicto, foi fundador do movimento literário negritude, termo que foi também cunhado por si: «a consciência de ser negro, simples reconhecimento de um facto que implica aceitação, assunção da responsabilidade perante o seu destino de negro, da sua história, da sua cultura; é a afirmação de uma identidade, de uma solidariedade, de uma fidelidade a um conjunto de valores negros». André Breton era um admirador convicto da poesia de Aimé Césaire, em cuja obra, próxima do surrealismo, se incluem títulos como Cahier d'un retour au pays natal, Les Armes miraculeuses e Et les chiens se taisaient. Em 1947, cria, com Alioune Diop, a revista Presence Africaine. Como político, foi presidente da câmara de Fort-de-france, com início de mandato em 1945, o mesmo ano em que aderece ao Partido Comunista Francês.

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