Thaïs

de Anatole France

editor: Antígona, abril de 2003
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Historicamente, a acção de Thaïs decorre na altura em que o cristianismo foi poupado à perseguição e à clandestinidade pelo decreto de Constantino. É um livro intenso, admirável, não só pela elegância da escrita de Anatole France, como ainda pela tensão emocional e pelas pulsões várias que regista no seio de uma sociedade decadente, que assiste ao advento de uma religião que marcará indelevelmente o devir histórico.

"Estamos sobretudo perante um livro que explora as obsessões interiores de uma personagem atormentada, destruída pelo desejo, pela carne, por aquilo a que Freud viria a chamar recalcamento."
Carlos Bessa
in, Expresso, 15 de Novembro de 2003

Thaïs

de Anatole France

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726081586
Editor: Antígona
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 208 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726081586
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Surpreendente

Horácio Monte

Muito interessante. Faz-nos ver que nem tudo o que parece são verdadeiramente virtudes. Recomendo.

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Thais

Bernardo Galvão Videira

Excelente romance, cujo tema central é a forma como os homens encaram a sua fé e a sua relação com Deus e com a religião cristã, neste caso específico. As relações humanas, o radicalismo versus moderação, o epicurismo versus uma vida monástica dedicada à religião, estes são os grandes debates desta obra, que nos fazem ficar a pensar e a reflectir mesmo após a leitura deste livro, por muitos considerada a obra prima de Anatole France, reconhecido escritor francês e prémio Nobel de Literatura.

Anatole France

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1921

Anatole France, pseudónimo de François-Anatole Thibault (1844–1924), nasceu em Paris. Filho de um livreiro, desempenha funções na Biblioteca do Senado, ao mesmo tempo que escreve artigos de crítica e publica poesia em jornais e revistas. Em 1896, é eleito membro da Academia Francesa.
Experimenta vários géneros literários — os seus contos, Jocaste et Le Chat Maigre, de 1879, são elogiados por Flaubert —, mas é no romance que a sua vocação de escritor mais se evidencia. O seu primeiro sucesso advém com Thaïs (1890), reevocação decadente do período clássico, adaptado a libreto da ópera homónima, composta por Massenet e hoje em dia parte integrante do repertório tradicional. Seguem-se outros romances famosos, como Le Lys Rouge (1894), e quatro volumes reunidos sob o título Histoire Contemporaine (1897–1901), que marcam em definitivo a maturidade expressiva do escritor e o seu interesse por temas sociais e políticos.
Nas obras do seu último período de vida, destacam-se Vie de Jeanne d’Arc (1908), a novela alegórico-satírica L’Île des Pingouins (1908) e o romance histórico, que decorre durante a Revolução Francesa com Os Deuses Têm Sede (1912) e durante a Terceira República em A Revolta dos Anjos (1914), ambos na Cavalo de Ferro.
Escritor de refinada cultura e elegância de estilo, Anatole France esconde sob a veste de um irónico ceticismo um indulgente desencanto pela sociedade moderna. Em 1921, é-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura pelo conjunto da sua obra.

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