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Textos Críticos #1

de Alberto Campo Baeza
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Asimétricas, março de 2017 ‧
15,29€
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En estos textos, seleccionados por el propio autor como legado de una encomiable trayectoria docente, se concentran, destilados, sus principios éticos y estéticos. Este resumen de su pensamiento muestra la pasión que siente Campo Baeza por la arquitectura y por la enseñanza. Su discurso, directo y claro, se dirige hacia los alumnos con la intención de compartir con ellos sus profundos conocimientos, su amplia cultura, su afinada sensibilidad y las razones ("la razón es el principal instrumento del arquitecto") por las que ha hecho y sigue haciendo arquitectura. En definitiva, se trata del fecundo testamento intelectual y humano de un extraordinario arquitecto e inspirador maestro, siempre generoso con alumnos y colegas.

Textos Críticos #1

de Alberto Campo Baeza

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494630033
Editor: Ediciones Asimétricas
Data de Lançamento: março de 2017
Idioma: Espanhol
Dimensões: 149 x 211 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Arquitetura
EAN: 9788494630033

SOBRE O AUTOR

Alberto Campo Baeza

Cresceu em Cádiz e licenciou-se em Arquitetura em Madrid, em 1971. Catedrático de Projetos na Escola de Arquitectura de Madrid desde 1986, já foi professor em Zurique (1989-1990), Dublin (1992), Nápoles (1993), Virgínia e Copenhaga (1996), Lausanne (1997), e Filadélfia (1986 e 1999). Já deu conferências sobre a sua obra por todo o mundo.
A sua obra foi amplamente divulgada e publicada nas revistas de arquitetura mais importantes de todo o mundo. Foi exposta em várias cidades e sobre ela foram publicadas monografias em Espanha, nos Estados Unidos, no Japão e em Itália. E apesar de todo este alarido, nunca deixou de comparecer pontualmente às suas aulas na Escola de Arquitetura de Madrid.
Não tem carro, nem televisão, nem relógio, nem telemóvel. E na sua biblioteca há mais livros de Poesia do que de Arquitetura. No seu ateliê não há mais do que três pessoas. E confessa que é muito feliz.

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