Ter Um Livro para Ler e não o Fazer

de Albano Estrela
Editor: Indícios de Oiro, dezembro de 2010 ‧
Quem muito lê tem como dever partilhar com os outros os textos que lhe deram prazer. Os textos que compõem este livro devem ser compreendidos como meios de difusão de escritas e de escritores, a fim de possibilitar reflexão e discussão entre leitores. São agrupados nas seguintes rubricas: leitura e leitores; escrita e escritores; contos e contistas; romances e romancistas; poesia e poetas; memórias e memorialismo; tradução e tradutores; livreiros e livrarias; pequenas histórias; entrevistas e entrevistadores; ensaio e ensaístas; críticos e críticas literárias; "literaturas paralelas"; fotografia, cinema.

Ter Um Livro para Ler e não o Fazer

de Albano Estrela

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898106070
Editor: Indícios de Oiro
Data de Lançamento: dezembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 208 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 235
Tipo de produto: Livro
Coleção: Minimezas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789898106070

SOBRE O AUTOR

Albano Estrela

Albano Estrela nasceu no Porto em 1933. Licenciou-se em Coimbra em ciências histórico-filosóficas e doutorou-se em Ciências da Educação na Universidade de Caen, França. É professor catedrático jubilado da Universidade de Lisboa e autor de uma obra variada naquela área do conhecimento. A partir dos sessenta anos, começou a escrever contos e outros textos literários, atividade que perdurou até ao presente e se traduz em cerca de vinte livros publicados em nome individual ou coletivo. Entre os contos, crónicas e textos de diferente índole reunidos nesses livros, poderão destacar-se, um tanto aleatoriamente, os seguintes: aqueles que giram à volta das suas vivências familiares e de homem do Norte, dominantes em livros como "Crónicas de um Portuense arrependido" ou "Porto imprevisto"; os que roçam o fantástico, de que "O Enterro do Conde de Orgaz" constitui um dos melhores exemplos; aqueles que se inspiram em figuras históricas como "Memórias que Salazar não escreveu"; as ficções inspiradas na vida lisboeta atual, como "Da Janela do meu Quarto". De referir ainda alguns textos marcados pelo insólito ou de reflexão pontual sobre a educação ou a criação literária.

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