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Tengo Derecho A Destruirme

de Kim Young-ha
idioma: espanhol
Editor: Malas Tierras Editorial, junho de 2022 ‧
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Un narrador espectral y sin nombre acecha a las víctimas perdidas de Seúl, a las que sugiere el suicidio como único consuelo. Bajo las luces de neón de la ciudad, su historia se cruza con la de dos hermanos, C y K, enamorados de la misma mujer y en lucha por encontrarse en un mundo frenético y atomizado.Con un estilo cercano a la ensoñación que contrasta con imágenes de potencia cinematográfica, Tengo derecho a destruirme, publicada en 1996, es una oscura parábola sobre la vida contemporánea oriental que anticipó la crisis económica y social que estalló un año después. Al igual que Bret Easton Ellis, Kim Young-ha disecciona el desencanto de la juventud de su país y su manera de combatir el tedio existencial.Coches que se lanzan a toda velocidad por la autopista, sexo desesperado, la internacionalización del mundo del arte y su creciente frivolidad se conjugan en este libro de culto de la literatura surcoreana reciente que marcó a toda una generación de jóvenes.

Tengo Derecho A Destruirme

de Kim Young-ha

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412537727
Editor: Malas Tierras Editorial
Data de Lançamento: junho de 2022
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788412537727

SOBRE O AUTOR

Kim Young-ha

Kim Young-ha nasceu em 1968 em Hwacheon, na Coreia do Sul. Licenciou-se em Gestão na Universidade de Yonsei, Seul, mas acabou por se dedicar à escrita dois anos depois de terminar o curso. Foi professor na Escola de Teatro da Universidade Nacional das Artes da Coreia e teve um programa de rádio sobre livros. Foi professor visitante da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, onde residiu. Actualmente, é cronista do International New York Times. Alguns dos seus romances foram adaptados ao cinema. Tenho o Direito de Me Destruir, a sua obra de estreia, venceu o cobiçado Prémio Munhak-dongne na Coreia do Sul.

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