Tem Coisas, Ti Manel, Tem Coisas, Tem Coisas Más de Entender...

Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer! (Moda popular alentejana)

de Camilo Mortágua
Editor: Esfera do Caos, novembro de 2010 ‧
Uma crítica política e social do Portugal contemporâneo, escrito por quem acredita nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local. Palavras simples, pensamentos rústicos. Novas utopias, para resolver velhos problemas.

Os conteúdos da obra:
As cidades e os campos. Os urbanos e os rurais | Para um conceito de desenvolvimento rural | A importância da abordagem local em todas as frentes das lutas políticas, sociais e económicas | Por um novo equilíbrio social, económico e político entre os diferentes sectores da actividade humana | As ideias da nossa desgraça | Piores que as centrais nucleares são as centrais de compras! | Por uma outra Segurança Social

Tem Coisas, Ti Manel, Tem Coisas, Tem Coisas Más de Entender...

Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer! (Moda popular alentejana)

de Camilo Mortágua

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896800185
Editor: Esfera do Caos
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 220 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ideias
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789896800185

SOBRE O AUTOR

Camilo Mortágua

Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacam-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio – os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada, em Janeiro de 1961, com a participação na Operação Dulcineia, comandada pelo capitão Henrique Galvão – o desvio do paquete português «Santa Maria» – e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 Abril. Nos últimos anos tem trabalhado na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002). Co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Rurais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa. Publicou, sempre com a Esfera do Caos, Andanças para a Liberdade- Volume I: 1934-1961 (2009), Tem coisas, ti Manel, tem coisas, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda, e agora na a querem comer! (2010) e Andanças para a Liberdade - Volume II: 1961-1974 (2013).

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