Tem Coisas, Ti Manel, Tem Coisas Tem Coisas Más de Aturar...

de Camilo Mortágua

editor: Esfera do Caos, março de 2016
Mandaram fazer a açorda e agora na a querem pagar! (Adaptação de moda popular alentejana)
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Este é o segundo volume de "Tem coisas, ti Manel, tem coi­sas…": umas más de entender, outras más de aturar; umas por nós feitas, outras que nos são impostas. Se no primeiro volume predominaram os assuntos relaciona­dos com o desenvolvimento rural e a organização das actividades de produção e distribuição dos produtos alimentares, neste, por influência dos tempos que se vivem, a abran­gência dos assuntos tratados, geográfica e tematicamente, é maior.
Somos todos capazes de identificar ‘coisas difíceis de aturar’ em todo o mundo. ‘Coisas’ que nos são aparentemente estranhas. Mas quando nelas pensamos, querendo compreendê-las, verificamos que afectam a nossa liber­dade, segurança e educação, e também a paz… afectam a nossa vida, em suma, tal como ela acontece, sem outro ordenamento ou lógica que as provo­cações do quotidiano.

Tem Coisas, Ti Manel, Tem Coisas Tem Coisas Más de Aturar...

de Camilo Mortágua

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896801694
Editor: Esfera do Caos
Data de Lançamento: março de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 226 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ideias
Classificação temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789896801694
Camilo Mortágua

Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacam-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio – os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada, em Janeiro de 1961, com a participação na Operação Dulcineia, comandada pelo capitão Henrique Galvão – o desvio do paquete português «Santa Maria» – e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 Abril. Nos últimos anos tem trabalhado na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002). Co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Rurais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa. Publicou, sempre com a Esfera do Caos, Andanças para a Liberdade- Volume I: 1934-1961 (2009), Tem coisas, ti Manel, tem coisas, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda, e agora na a querem comer! (2010) e Andanças para a Liberdade - Volume II: 1961-1974 (2013).

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