Tarântula
SINOPSE
Prémio Médicis Estrangeiro 2024 (França) Prémio da Crítica 2024 (Espanha).
Em finais de 1984, dois jovens irmãos, exilados há anos nos Estados Unidos, voltam à Guatemala para participar num acampamento de crianças judias, num bosque perdido nas montanhas do altiplano. Pouco sabem do seu país natal e quase não falam espanhol, mas os pais fizeram questão de que passassem uns dias no acampamento a fim de aprenderem não apenas formas de sobrevivência na natureza, como também formas de sobrevivência na natureza para crianças judias. O que não é a mesma coisa, disseram-lhes. Tudo corre tranquilamente até que, uma manhã, as crianças são acordadas aos gritos por uma figura aterradora, fardada de preto e com uma enorme tarântula a caminhar no braço esquerdo. Depressa descobrem que o acampamento se transformou em algo muito mais sinistro: agora, cada um terá de encontrar a sua própria forma de sobreviver.
Neste livro, o autor regressa a um acontecimento da sua infância na Guatemala complexa e violenta do conflito armado, cujos motivos e ramificações só principiarão a esclarecer-se umas décadas mais tarde, durante reencontros fortuitos em Paris e em Berlim com alguns dos seus enigmáticos protagonistas. Uma nova peça do romance em movimento que é a obra de Eduardo Halfon, um dos projetos literários mais relevantes do panorama atual.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722087377 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 237 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 176 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722087377 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um prémio
Ler, um prazer adquirido
Eduardo Halton é Guatemalteco e judeu. Tarântula é uma autobiografia em que, escreve sobre o regresso para um acampamento de férias com o seu irmão. Não era um prémio mas uma lição. O título, a capa e alguns reparos na narrativa deixam o leitor a suspeitar que esta história não vai ser idílica. Ainda assim é uma história forte e magnética que é uma lição para quem lê e recordar que a história se repete e as marcas profundas que deixa. Uma história sobre discriminação e orgulho que, na escrita segura e bela de Eduardo Halfon tem muito peso. Uma história sobre a memória. A não perder.
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