Suite Francesa
SINOPSE
Embora tenha concebido o livro como uma obra em cinco partes (com base na estrutura da Quinta Sinfonia de Beethoven), Irène Némirovsky só conseguiu escrever as duas primeiras partes, Tempestade em Junho e Dolce, antes de ser presa, em Julho de 1942. Morreu em Auschwitz no mês seguinte. O manuscrito foi salvo pela sua filha Denise; foi apenas décadas depois que Denise descobriu que o que tinha imaginado ser o diário da mãe era na verdade uma inestimável obra de arte, que viria a ser aclamada pelos críticos europeus como um Guerra e Paz da Segunda Guerra Mundial.
Romance assombroso, intimista, implacável, desvelando com uma lucidez extraordinária a alma de cada francês durante a Ocupação (enriquecido e completado pelas notas e pela correspondência de Irène Némirovsky), Suite Francesa ressuscita, numa escrita brilhante e intuitiva, um momento decisivo e marcante da nossa memória colectiva.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722057196 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | março de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 233 x 39 mm |
| Páginas: | 584 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722057196 |
OPINIÃO DOS LEITORES
É urgente não esquecer
Maria Macieira
"Suite Francesa" é um relato sério e duro sobre a ocupação nazi em França e o modo como os brandos costumes se podem transformar na arma mais perigosa para um povo. Relata com ironia e tristeza a humilhação de um povo que se mantém entretido a tentar preservar aparências quando estas já não tem nenhuma utilidade, bastante pelo contrário, revela a fraqueza daqueles que prisioneiros do conforto, das rotinas diárias, preferem manter palas entre as orelhas para não aceitarem o fim de um estado, de uma sociedade, de uma civilização que é pilhada pela loucura e a chacina. Obra crítica e de grande importância atual, pois vivemos hoje, tal como nos anos 40 do séc.XX, tempos em que o conforto nos distrai da destruição que os "senhores da guerra " continuam a perpetuar.
Par que nunca se esqueça
Mário Malheiro
Quando pensamos neste período lembramo-nos sempre dos deportados na Alemanha, na Polonia, na Ucrânia e esquecemos que a invasão de França e a sua ocupação não foram só historias sobre a resistência. Devemos também lembrar todos os deportados franceses, judeus e não só, vitimas deste grande holocausto que foi a campanha de extermínio alemã. Para que nunca ninguém se esqueça, porque quando esquecemos a historia tende a repetir-se.
Maravilhoso!
Cátia
Sendo dos meus géneros literários favoritos posso dizer que "Suite Francesa" é dos melhores livros que li nos últimos tempos. Uma história maravilhosa de um romance proibido em tempos conturbados da Segunda Guerra Mundial que nos faz repensar em aproveitar ao máximo cada momento que a vida nos dá.
história veridica
Sílvia Martins
Relatos de uma história verdadeira mesmo em tempos de guerra em que o amor consegue superar todas as barreiras
Tremendo livro
H
A incidência deste drama épico sobre as transformações sociais ocorridas durante a guerra e o processo de desestruturação de todo um sistema económico, em contexto de crise, que antecede o estalar do conflito, confere a esta obra a categoria de monumental. A intenção da escritora é a de retratar uma realidade em transformação que é, também, transformadora, que interfere e altera o carácter daqueles que fazem parte do elenco.
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