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Stigmates

de Lorenzo Mattotti
idioma: francês
Editor: CASTERMAN, abril de 2011 ‧
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Les paumes trouées, un solitaire porté sur l'alcool, sans attaches ni emploi fixe, reçoit deux des cinq stigmates du Christ. Des plaies qui ne se referment pas, et le sang qui réapparaît, encore et encore. Totalement inexplicable. L'homme devient un errant, un proscrit. Son étrange « talent » va susciter effroi, dévotion, dégoût, fascination - bref, presque toute la palette ou presque des émotions humaines, jusqu'au déchainement de violence, au seuil de la mort. Revenu des ténèbres, transfiguré par ces mystérieuses blessures, il n'en découvrira pas moins un sens profond à sa vie : une renaissance, peut-être même une rédemption. Sur une histoire forte de l'écrivain Claudio Piersanti, Lorenzo Mattotti en noir et blanc, d'une puissance impressionnante. Une nouvelle édition qui s'imposait.

Stigmates

de Lorenzo Mattotti

Propriedade Descrição
ISBN: 9782203041035
Editor: CASTERMAN
Data de Lançamento: abril de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 216 x 284 x 21 mm
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Coleção: T'Choupi
Classificação Temática: Livros em Francês > Banda Desenhada > Comics
EAN: 9782203041035

SOBRE O AUTOR

Lorenzo Mattotti

Lorenzo Mattotti nasceu em 1954 em Breccia, residindo actualmente em Paris onde segundo ele, existe um mercado do livro de banda desenhada, enquanto em Itália o que há é essencialmente um mercado de revistas. Durante a infância lia Topolino, Vitorioso e Il Corriere dei Piccoli onde encontrou toda a escola franco-belga (Franquin, Uderzo e Goscinny). Nos anos 70 descobre a BD para adultos, com Druillet, Moebius,etc. Estudou arquitectura em Veneza, o que, segundo ele próprio lhe ensinou a relação com o espaço. É que apesar de arquitectura ser uma disciplina muito geral, as academias de arte ainda são muito fechadas à BD. Foi nessa época que encontrou Renato Calligaro, um desenhador, com falava da arte, do desenho, dos problemas de mudança de estilo, do traço e dos sinais dentro de uma história. O resultado era bastante intelectual e poético. Foi Renato que o aconselhou a ir até Milão contactar uma agência de BD que distribuía todos os autores sul americanos e assim encontrou o caminho profissional. Virando-se para o grafismo, exprime-se com talento através da banda desenhada e ilustração.
Em 74 encontra Munoz e Sampayo no Festival de Lucca e onde nasce uma relação de amizade. Na altura Mattotti era apenas um desenhador amador, fan de BD. A primeira vez que lera Munoz e Sampayo não ficara atraído pelo grafismo, mais tarde relê a mesma BD e quis conhecê-los: faziam exactamente o género de coisa que ele queria fazer ! Em 1979, integra "Valvuline" que agrupa artistas desejosos de renovar a estética e a linguística da banda desenhada. Trabalha também nos domínios da moda, re-interpretando para a revista "Vanity Fair" os modelos dos grandes costureiros. No princípio dos anos noventa, começa a criar livros infantis ilustrando um soberbo Pinocchio, e mais álbuns, entre eles "Eugenio", recompensado em 93 com o Grande Prémio de Bratislava e adaptado em desenho animado para a televisão e cinema. O seu trabalho evoluiu com um forte e constante coerência, mas sempre com esplendor daquele que tem a coragem de inovar. Publica também uma série de portfolios em serigrafias.
Mattotti faz de tudo, desde desenhos para a imprensa americana e europeia - Paris Match, Globe, Le Monde, Libération, Cosmopolitan, New Yorker, Die Zeit, Dolce Vita, Il Manifesto, Feltrinelli, Arte, entre outras; livros infantis, bandas desenhadas, catálogos de exposições, livros de desenhos, traduzidos pelo mundo inteiro; publicidade - Le Primtemps, Veuve Clicquot, MTV, Unicef, manual de informação SIDA para o Ministério da Saúde, e e faz regularmente anúncios para a Câmara de Paris aquando dos eventos culturais. Em relação a distinções recebidas, entre 86 e 93 ganhou 8 prémios nos Salões do Livro ou de Banda Desenhada na Europa (Itália, França, Alemanha, Espanha).
Em termos de exposições, depois de 77 já realizou mais de 40 exposições em diversas galerias privadas, em particular uma retrospectiva do seu trabalho no Palãcio das Exposições de Roma em 95. existe um catálogo dessa exposição: "Mattotti, d'autres formes le distrayaient continuellement" das Editions du Seuil. A razão desta versatilidade é a de que não consegue fazer sempre a mesma coisa.
A ilustração é um meio mais fácil que a BD e permite-lhe experimentar e encarar outros estilos e variar facilmente de técnica. Mattotti coloca na sua linguagem tudo o que gosta, toda a cultura que adquiriu, pensando a BD como um meio de expressão, para ele existe a BD popular, a BD poética, a BD pornográfica, a BD histórica, etc, não existem géneros, existem BDs. Quando prepara uma nova BD, Mattotti opta por não ler outras BDs de modo a evitar influências e qualquer tipo de estereotipo.

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